O Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade Industrial (ICTQ) abriu vagas para cursos de pós-graduação em Farmacovigilância.
Direcionado a profissionais da indústria farmacêutica que desejam ingressar na área e querem trabalhar com produtos de saúde pública/privada.
Mais informações: ICTQ
NOTA DE INDIGNAÇÃO - NOVELA AMOR ETERNO AMOR
Conduta antiética não merece audiência
Reprodução Globo.com
O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – SINFARMIG vem a público manifestar sua indignação com a cena exibida no capítulo da novela Amor Eterno Amor, de ontem (26 de abril), na qual a personagem interpretada pela atriz Cássia Kiss Magro, na tentativa de adquirir um medicamento para o qual foi solicitado a apresentação de receita médica, suborna e burla o procedimento legal sanitário, oferecendo ao funcionário dinheiro ao invés da receita médica.
Essa atitude constrangeu a categoria farmacêutica, pois entendemos e defendemos que a farmácia deve ser um estabelecimento de saúde e não um mero ponto de venda de medicamento sujeito a condutas antiéticas, como a veiculada na telenovela da Rede Globo de Televisão.
Entendemos também, ser extremamente equivocada a ideia de que se condutas antiéticas acontecem na vida real, reproduzir-las em obras fictícias, banalizando-as como se fosse “lugar comum”, em nada contribui para o desenvolvimento ético da sociedade.
Pelo contrário, a reprodução em nível nacional dessa banalização pode configurar um péssimo exemplo para o povo brasileiro.
Belo Horizonte, 27 de abril, de 2012
Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – SINFARMIG
LUGAR DE MEDICAMENTO É NA FARMÁCIA
Diga não a venda de medicamentos em supermercados
No dia 25 de abril, farmacêuticos, profissionais de saúde e a população brasileira, foram golpeados pelos seus representantes no congresso nacional com a aprovação do Projeto de Lei de conversão 7/2012 decorrente de Medida Provisória 549/2011(denominada MP 549-B).
O objetivo principal de tal propositura era isentar de impostos (PIS/Pasep e Cofins) produtos destinados a pessoas portadoras de deficiência. No entanto ao tramitar pela Câmara e pelo Senado, ganhou varias emendas totalizando dez assuntos alheios ao objetivo principal, dentre estes, destaque para permissão de comercialização de MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição) em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência e similares. Alterando assim artigos da Lei 5991/1973.
Trata-se, portanto de uma medida ardilosa e puramente mercantilista da indústria para aumentar os seus lucros, não importando o qual mal possa resultar à população brasileira.
Agora, a única chance de impedir a superexposição da população à automedicação é sensibilizar a Presidenta para que não sancione o projeto. "Aqueles que entendem que os medicamentos são produtos que podem ser comercializados como um objeto qualquer e em qualquer tipo de comercio já foram derrotados diversas vezes no legislativo federal, bem como em todas as Conferencias de Saúde realizadas nas ultimas duas décadas. Vamos buscar interlocução junto à Presidência para que não corrobore com esta manobra que é nociva à saúde", afirma o dirigente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos.
>> Recomendação aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde
A aprovação desta emenda será um retrocesso na compreensão do papel do medicamento como um insumo importante vinculado as políticas de saúde, e não somente uma mercadoria.
Nos últimos anos ações de governo principiaram uma mudança cultural em curso na sociedade brasileira: a implementação exitosa do programa Farmácia Popular do Brasil, as publicações das RDC44/2009 e RDC 20/2011 ambas da Anvisa, a primeira referente a comercialização de medicamentos em farmácias, e a segunda que dispõem da venda de antibióticos no país, foram bem recebidas pela população em geral, e contou com apoio de diversas entidades da sociedade brasileira, aclamadas como um avanço para promoção da saúde da população, que passou a contar com um serviço mais especializado e garantia de atendimento com vistas ao acesso e uso racional de medicamentos.
"Fazer do medicamento um insumo vinculado às políticas de saúde, é uma atividade de interesse social. Não podendo ser visto simplesmente como um comércio lucrativo. Neste sentido o Governo precisa intervir de forma enérgica e rápida, garantido ao cidadão o respeito em seu direto fundamental. Contamos com o bom senso de nossa Presidenta Dilma Rousseff, para que o artigo referente ao tema seja vetado, tendo em vista os riscos à saúde do povo brasileiro". Afirma Célia Chaves, presidente da Fenafar.
A Federação Nacional dos Farmacêuticos solicita a todos os profissionais, e cidadão em geral que encaminhem um documento (Carta Modelo) aos seus deputados, senadores e demais autoridades governamentais, solicitando que os mesmos possam interceder para que a Presidenta Dilma Rousseff vete esta emenda do referido texto, pois esta é uma ação de saúde pública.
Fonte: Fenafar
FARMACÊUTICOS AFIADOS SOBRE A CLT
Palestra promovida pelo sindicato foi espaço de tira-dúvidas sobre legislação trabalhista
Profissionais no auditório do SINFARMIG
O SINFARMIG realizou nessa quinta-feira (26), a palestra "Farmacêutico: fique por dentro de seus direitos trabalhistas", no auditório da entidade, com a presença significativa dos profissionais.
>> Acesse aqui o material
Os farmacêuticos do comércio varejista, hospitais, indústrias, recém-formados e estudantes de Farmácia, tiveram a oportunidade de se interarem sobre os principais pontos das Consolidações das Leis do Trabalho (CLT), como férias, faltas não-justificadas, INSS, FGTS, IR, contribuições, entre outros descontos presentes nos comprovantes de pagamento e que sempre geram dúvidas.
Material de apoio da palestra
O gerente-administrativo do SINFARMIG, William Lopes, esclareceu aos presentes lacunas sobre contrato de experiência, hora-extra, descanso semanal remunerado, adicional noturno, insalubridade e outros questionamentos da legislação trabalhista e também constantes nas Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) da categoria farmacêutica.
A Diretoria do SINFARMIG, representada pelos diretores, Farmª Júnia Dark Lelis, Farmº Rilke Novato, Farmª Sandra Brant, Farmº Valdisnei Silva e Farmª Silvana Boson, agradeceram a presença dos Farmacêuicos e destacaram a importância dos profissionais participarem dessas atividades e saberem de seus direitos com o intuito de coibirem abusos e possíveis erros patronais.
Farmº Samira Abou-Yd, Farmª Júnia Dark Lelis, Farmª Silvana Boson, William Lopes, Farmº Rilke Novato e Farmª Sandra Brant
>> Os profissionais que precisarem de declaração de participação na atividade devem enviar e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
