Farmacêuticos que trabalham em farmácias e Laboratórios de Análises Clínicas de Hospitais privados, clínicas e casas de saúde

 


EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA–SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - SINFARMIG, com base territorial compreendida no Estado de Minas Gerais, convoca, na forma estatutária, todos os trabalhadores associados e interessados que laboram em Farmácias e Laboratórios de Análises Clínicas de Hospitais privados, Clínicas e Casas de Saúde para comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) a realizar-se às 18:30 horas do dia 29/05/2012, na Sede do Sinfarmig à Rua Tamoios, nº 462, 12º andar, sala 1205, Centro, em Belo Horizonte/MG, sendo que a Assembleia Geral Extraordinária será instalada, em primeira convocação e, na falta de quórum mínimo estabelecido pelo Estatuto Social, trinta minutos depois, em segunda convocação, com qualquer número de presentes para discussão e deliberação sobre a seguinte ordem do dia:

1) Discussão e aprovação da pauta de reivindicações a ser encaminhada ao respectivo Sindicato Patronal, visando firmar nova convenção coletiva de trabalho;

2) Autorizar o Sindicato a entabular negociações coletivas e assinar convenção coletiva de trabalho, bem como aditivos a esta, ou ajuizar dissídio coletivo, caso resultem frustradas as respectivas negociações coletivas;

3) Discussão e deliberação sobre a transformação em assembleia permanente; 4) Outras deliberações consequentes.


Belo Horizonte, 22 de maio de 2012.
Farm° Rilke Novato Públio
Diretor da Secretaria de Administração e Finanças do Sinfarmig.

BUENOS AIRES, 20 MAI (ANSA) - Os países da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) devem defender a livre circulação de medicamentos genéricos durante a 65° Assembleia Anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), informaram fontes do Ministério de Saúde da Argentina.


Um membro da delegação argentina que viajará a Genebra para o encontro, que terá início amanhã, explicou, em entrevista à ANSA, que estes medicamentos "não violam a propriedade intelectual e nossa obrigação é garantir a segurança dos pacientes e não proteger interesses comerciais".


Ainda segundo o funcionário argentino, o comércio mundial de remédios e a reforma institucional da OMS são considerados dois dos temas "sensíveis" que dominarão a agenda da reunião.


Desta forma, os países da região também irão propor a criação de um mecanismo de resolução dentro da OMS para que os países-membros tenham maior capacidade de decisão que as empresas farmacêuticas.


Ele destacou que a Unasul "tem uma voz única e uma posição comum sobre a necessidade de eliminar as travas aos genéricos que, como todo medicamento, devem demonstrar que são seguros, eficazes e de qualidade, além de, neste caso, que são mais baratos".


Fonte: Uol

Movimento em BH faz hoje desfile pela região central da cidade


No dia Dia Nacional da Luta Antimanicomial, entidades e movimento socais irão tomar as ruas de Belo Horizonte com lema "SUStentar a Diferença: Saúde não se Vende, Gente não se Prende”.

A concentração será na Praça da Liberdade às 14h, seguido de desfile das alas pelas avenidas João Pinheiro, Álvares Cabral, Afonso Pena e em seguida do Parque Municipal.

 

Medida reforça a campanha de que medicamento não é mercadoria

 


Nesta sexta-feira, 18, a saúde pública teve uma grande vitória no país. A presidenta Dilma Rousseff, atendendo os apelos dos movimentos em defesa da farmácia como estabelecimento de saúde e pelo uso racional do medicamento vetou o artigo 8º da MP 549/11 que previa a venda de medicamentos em supermercados e lojas de conveniência.

Ao fazê-lo, a presidenta reafirma os compromissos assumidos com a luta para que o Brasil tenha uma política de assistência farmacêutica e combater a visão de que medicamento é mercadoria.


Para o diretor de comunicação da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar) Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, que é membro do Conselho Nacional de Saúde, o veto da presidenta sinaliza à sociedade e ao Congresso - que aprovou a matéria - de que o governo brasileiro está comprometido com o debate da saúde e de um outro tipo de farmácia para o Brasil.


A Fenafar protagonizou durante as últimas semanas uma ampla mobilização junto ao governo para demonstrar o erro cometido pelo Senado e a necessidade de a presidenta vetar o projeto.

Essa é uma vitória da Federação e de todas as entidades e pessoas que se mobilizaram contra a venda indiscriminada de medicamentos.


Fonte: Fenafar

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