O dia 16 de Novembro foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a data em que se lembra internacionalmente a importância do exercício da tolerância entre os povos. O dia é um reconhecimento à Declaração de Paris, assinada a 12 de Novembro de 1995, que evoca a fé nos direitos humanos fundamentais. Esta declaração de princípios da UNESCO sobre a Tolerância é um convite a sensibilização para a dignidade e o valor da pessoa humana. Ele é considerado necessário para a construção de uma sociedade com respeito pela tolerância e pelos direitos humanos. A data tem o objetivo de promover o bem estar, o progresso e a liberdade de todos os cidadãos, assim como fomentar o respeito, o diálogo e cooperação entre diferentes culturas, religiões, povos e civilizações. É um dia para se praticar o combate a qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, político, econômico ou cultural. No Brasil, é comemorado também o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que tem o objetivo de estimular a população a respeitar as diferenças religiosas existentes no país. Para a ONU, a intolerância é um produto da ignorância e somente com o acesso à educação se pode mudar. A organização defende que o ensino dos direitos humanos apoiados no respeito, na justiça e no diálogo são os primeiros passos para uma sociedade tolerante.

Fonte: ONU

Publicado em 16/11/16

 

 

Em função do feriado de 15 de novembro em todo o país, o  Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig) não terá expediente nem na segunda (14/11), nem na terça (15/11). A entidade sindical funciona num edifício comercial que ficará fechado nos dois dias. O atendimento voltará ao horário convencional na próxima quarta-feira (16/11). Acompanhe as informações do seu interesse pelo www.sinfarmig.org.br

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 11/11/16

 

 

 

 

 

Em vários pontos do país esta sexta-feira, 11/11, foi de ruas ocupadas por  trabalhadores que cruzaram os braços em protesto contra os retrocessos  pautados pela agenda do governo Temer, como a flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela os gastos públicos com saúde e educação por 20 anos,  a reforma da Previdência, a aprovação do Projeto de Lei (PL) 4.567/2016 que altera o papel da Petrobras na exploração do pré-sal entre todos os outros anunciados nesses primeiros meses do atual governo federal. 

As entidades sindicais decidiram fazer um dia nacional de greve para denunciar, ainda, que têm sido alvo de impedimento à livre manifestação e ao real direito à greve, além das demissões arbitrárias que configuram práticas antissindicais. 

Em Belo Horizonte a manifestação reuniu diversas categorias profissionais movimento o número expressivo de pessoas a ponto de parar o centro da capital. A passeata caminhou da Praça da Estação à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) arrastando uma multidão e carros de som com manifestantes alertando para os riscos que o atual governo representa para a sociedade brasileira.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 11/11/16

Foto: Câmera da BH Trans

 

 

 

 

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (9) a fixação de um teto das despesas primárias da União para o período de 20 anos. De iniciativa do Executivo, a Proposta de Emenda à Constituição 55/2016, chamada de PEC dos Gastos, segue agora para o Plenário do Senado, onde será votada em dois turnos.

A CCJ aprovou relatório do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) favorável ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados e contrário a 59 emendas apresentadas por senadores. 

A comissão rejeitou ainda uma emenda destacada, de autoria da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que pretendia a realização de um referendo sobre a PEC do novo regime fiscal da União. Segundo a parlamentar, trata-se de uma mudança sem precedente na Constituição de 1988, que deveria ser submetida à consulta popular.

Eunício Oliveira disse que a crise econômica vivida pelo país não pode esperar a realização de um plebiscito antes da implantação das medidas. Além disso, lembrou o senador, a Câmara dos Deputados, como representante do povo, já aprovou a proposta, que agora está no Senado, como representante dos estados da federação.

 

Fonte: Agência Senado

Publicada em 10/11/16

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