A Federação Nacional dos Farmacêuticos lança a campanha “A vida não é virtual” para denunciar a resolução nº 01 de 11 de março de 2016, do Ministério da Educação, que autoriza o funcionamento de cursos de graduação na Modalidade de Educação a Distância – EaD, e que incluem os cursos de graduação em saúde.

Em documento, a Fenafar destaca que “as graduações em saúde devem ser pautadas em princípios humanos, éticos e científicos. A interação social e as experiências interprofissionais precisam ser desenvolvidas a partir dos anos iniciais e percorrer todo o processo de aprendizagem, preparando os graduandos em atividades curriculares e complementares, sob responsabilidade da IES, dentro e fora da universidade. A campanha ressalta, ainda, que é importante alcançar amadurecimento para os estágios finais, devidamente supervisionados que já são preconizados pela Resolução 350/2005 do Conselho Nacional de Saúde. O contato humano direto e a supervisão próxima e direta são imprescindíveis para este processo de aprendizagem. Somente assim é possível vivenciar e incorporar práticas inovadoras e de modificação da realidade, lidando com a construção das experiências que o campo traz na vida real”.

A entidade não se contrapõe ao desenvolvimento de tecnologias de educação à distância e reconhece que elas têm proporcionado importantes avanços didáticos e inclusão de jovens e adultos na educação superior, principalmente em áreas remotas. No entanto, alerta o documento, “a formação na área da saúde exige o contato humano e a interação social como base, além de um conjunto de conteúdos técnicos e tecnológicos que dependem de ampla carga horária prática, no campo das ciências biológicas e químicas”.

Para a Fenafar, que sempre foi pautada nas lutas em defesa da sociedade, “a formação de profissionais de saúde exige um sério compromisso com a qualidade, sob pena de colocar em risco a segurança das pessoas e da sociedade”.

A entidade faz um chamamento a outras organizações com o objetivo de realizar uma grande campanha de esclarecimento à sociedade e aos cidadãos que buscam por uma graduação.  

Fonte: Fenafar

Publicado em 13/02/2017

 

 

 

 

 

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sinfarmig participou como convidado do projeto "Rumo Certo. Farmácia Legal!" que foi realizado na última quinta-feira, 09/02 pelo Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG).

Durante a cerimônia de entrega das carteiras profissionais, a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis, explicou para cerca de 80 novos farmacêuticos o papel do sindicato, os direitos trabalhistas e a importância da sindicalização no processo de luta por melhorias salariais da categoria.

O Projeto "Rumo Certo; Farmácia Legal" tem o objetivo de informar sobre as prerrogativas da profissão, direitos, deveres e responsabilidades, além de esclarecer o papel de cada entidade (Sindicato e Conselho).

A diretora do CRF/MG, Júnia Célia de Medeiros, enfatizou a relevância de  algumas resoluções importantes que pautam a profissão farmacêutica, como a 558, 585 e 586, do Conselho Federal de Farmácia. Elas regulamentam as atribuições clínicas e a prescrição farmacêutica, respectivamente, e alertam para o bom exercício da profissão. 

No encerramento do Projeto as diretoras das duas entidades entregaram as carteiras aos farmacêuticos. O projeto "Rumo Certo. Farmácia Legal!" vai seguir pelo estado. A próxima cidade será Uberaba, no dia 9 de março. 

Fonte: CRF/MG

Publicado em 13/02/17

 

 

 

A Escola de Saúde Pública do estado de Minas Gerais (ESP/MG) realiza na próxima sexta-feira, 17/02, a partir das 13h, o seminário “Gestão do SUS em Tempos de Crise”. 

A atividade é o terceiro seminário do curso de especialização em Saúde Pública que aborda temas de relevância e nesta edição convida a médica, doutora em Saúde Pública, Ligia Bahia, que é  doutora em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz. Professora do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

O outro convidado é o psicólogo, José Angelo Machado, doutor em Ciências Humanas e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A atividade é gratuita, aberta ao público e não é necessário realizar inscrição. O seminário será transmitido ao vivo pelo Facebook da ESP-MG. 

 

Serviço

Seminário Gestão do SUS em tempos de crise

Data: 17/02/2017 (sexta-feira)

Local: Auditório da ESP-MG (Av. Augusto de Lima, 2061 - Barro Preto - Entrada pela Rua Uberaba)

 

Fonte: ESP/MG

Publicada em 13/02/17

 

 

 

 

A reunião de mediação dos farmacêuticos hospitalares nesta segunda-feira, 06/02, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE) terminou mais uma vez sem acordo por causa do descaso do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais – Sindhomg que obrigou a categoria a ir para dissídio coletivo. O dissídio coletivo é instaurado quando não há acordo entre trabalhadores e empregadores e a categoria profissional ingressam com ação na Justiça do Trabalho. 

O impasse está sendo conduzido pelo Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sinfarmig desde a data-base da categoria 1º de junho de 2016. Foram feitas várias tentativas de diálogo com reuniões diretas com a entidade patronal, além de uma no Ministério Público do Trabalho e outras na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.  

O Sindhomg negou toda a contraproposta feita pelo Sinfarmig na reunião realizada no dia 26/01/17, que reivindicava reajuste salarial de 10% (sendo 5% aplicado a partir de 01/06/2016, complementado pela correção de mais 5% aplicada a partir de 01/01/2017). A entidade patronal também recusou autorizar a prática da escala especial de plantão 12x36 condicionada à implantação, a partir de 01/01/2017, do Piso Salarial de R$ 3.800,00 para jornada semanal de 40 horas.

A entidade patronal ofereceu somente o reajuste de 5% parcelado em quatro vezes. O Sinfarmig considerou um absurdo já que a inflação do período de junho de 2015 a maio de 2016 foi de 9,49%. 

A decisão agora está nas mãos da Justiça do Trabalho e o Sinfarmig espera que seja garantida uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) mais digna para os farmacêuticos hospitalares. 

Fonte: Assessoria de comunicação Sinfarmig

Publicada em 06/02/17

 

 

 

Mais Artigos...