Há um consenso entre as entidades representativas da área de Farmácia de que a graduação na modalidade Educação a Distância - EaD pode impactar negativamente o curso promovendo uma formação inadequada sem a  integração necessária entre acadêmico, ensino e comunidade. Preocupadas com o avanço deste debate as entidades solicitaram uma audiência com o Ministro da Educação, Mendonça Filho, por intermédio da Deputada Federal Alice Portugal, que é líder do PCdoB na Câmara.

Na audiência ainda com data a confirmar, a deputada estará acompanhada do presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João, e pelo Presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald Ferreira dos Santos. 

Única farmacêutica na Câmara e presidenta da Frente Parlamentar em Defesa da Assistência Farmacêutica, Alice Portugal, é a voz da categoria no Congresso. Ela foi importante influência para a aprovação do Projeto de Lei 4385/1994, que deu origem à Lei Nº 13.021/2014 que classifica a farmácia como unidade de assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva. 

A Federação Nacional dos Farmacêuticos – Fenafar lançou a campanha “A vida não é virtual” na semana passada para denunciar a resolução nº 01 de 11 de março de 2016, do Ministério da Educação, que autoriza o funcionamento de cursos de graduação na Modalidade EaD, e que incluem os cursos de graduação em saúde.

Em documento, a Fenafar destacou que “as graduações em saúde devem ser pautadas em princípios humanos, éticos e científicos. A interação social e as experiências interprofissionais precisam ser desenvolvidas a partir dos anos iniciais e percorrer todo o processo de aprendizagem, preparando os graduandos em atividades curriculares e complementares, sob responsabilidade da IES, dentro e fora da universidade. 

A campanha ressaltou, ainda, que é importante alcançar amadurecimento para os estágios finais, devidamente supervisionados que já são preconizados pela Resolução 350/2005 do Conselho Nacional de Saúde. A Federação acredita que o contato humano direto e a supervisão próxima e direta são imprescindíveis para este processo de aprendizagem. 

A Fenafar não se contrapõe ao desenvolvimento de tecnologias de educação à distância e reconhece que elas têm proporcionado importantes avanços didáticos e inclusão de jovens e adultos na educação superior, principalmente em áreas remotas. Entretanto, alerta o documento, “a formação na área da saúde exige o contato humano e a interação social como base, além de um conjunto de conteúdos técnicos e tecnológicos que dependem de ampla carga horária prática, no campo das ciências biológicas e químicas”.

A entidade fez um chamamento as outras organizações com o objetivo de realizar uma grande campanha de esclarecimento à sociedade e aos cidadãos que buscam um curso superior de qualidade.  

Fontes: Ascom Sinfarmig/Fenafar/Ascom Alice Portugal

Publicado em 20/02/2017

 

 

 

 

A primeira reunião mensal do ano realizada nesta quinta-feira, 16/02, o Fórum Estadual Permanente de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica contou com a participação de várias entidades da categoria. Entre elas, representantes do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig), da Associação Mineira de Farmacêuticos (AMF), da Sociedade Brasileira do e Farmacêuticos em Oncologia, Regional Minas Gerais (Sobrafo), da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar Regional Minas Gerais (SBRAFH), da Executiva Regional dos Estudantes de Farmácia (EREFAR) e do CRF/MG. 

A Coordenadora do Fórum Estadual Permanente de Luta pela Valorização da Profissão, Júnia Lelis, abriu a reunião abordando os principais pontos da pauta. Os cursos de graduação em Farmácia na Modalidade de Educação a Distância – EaD que tem sido motivo de preocupação para as entidades e motivou a  campanha nacional lançada esta semana pela Federação Nacional dos Farmacêuticos – Fenafar, “A Vida Não é Virtual”. O objetivo é denunciar a resolução nº 01 de 11 de março de 2016, do Ministério da Educação, que autoriza o funcionamento de cursos de graduação na Modalidade de Educação a Distância – EaD, e que incluem os cursos de graduação em Saúde. 

O Diretor da Fenafar, Rilke Novato, destacou que “as graduações em saúde devem ser pautadas em princípios humanos, éticos e científicos. A interação social e as experiências interprofissionais precisam ser desenvolvidas a partir dos anos iniciais. Ela deve percorrer todo o processo de aprendizagem, preparando os alunos com atividades curriculares e complementares, sob responsabilidade da IES, dentro e fora da universidade”. Ele ressaltou, ainda, que é importante alcançar amadurecimento para os estágios finais, devidamente supervisionados que já são preconizados pela Resolução 350/2005 do Conselho Nacional de Saúde. 

Os membros do Fórum Estadual decidiram elaborar uma carta, com o posicionamento da entidade e devidos esclarecimentos assinada por todos que será encaminhada às instituições de ensino e também ao Conselho Federal de Farmácia (CFF). Outro tema da reunião foi a proposta da Prefeitura de Belo Horizonte de reorganização da Assistência Farmacêutica, com previsão de fechamento das farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e a transferência da distribuição dos medicamentos para a rede privada. 

Também foi assunto da pauta o repasse do incentivo do Programa Farmácia de Todos que está em processo de mudanças por iniciativa do Governo de Minas. As entidades estudam uma forma de conseguir a provação de uma nova Resolução na Secretaria Estadual de Saúde que garanta o repasse do incentivo aos farmacêuticos. Em março, será proposta uma reunião com o novo presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems) e com a Superintendência de Assistência Farmacêutica (SAF), na tentativa de buscar uma solução para o problema. 

Júnia Lélis informou, também, sobre as providências que estão sendo tomadas depois que a Justiça negou liminar do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig que pedia a suspensão do concurso público para a ocupação de soldado farmacêutico da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) com base em tratamento isonômico por nível de graduação. 

Outro informe dado pela Coordenadora do Fórum Estadual Permanente de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica foi a respeito do ofício que o Sinfarmig enviou à Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM solicitando correção em Edital de Concurso Público para Farmacêutico. 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 17/02/17

 

 

 

 

 

A Força Aérea Brasileira acaba de divulgar o edital nº 07/2017 com quatro vagas para o curso de adaptação de farmacêuticos distribuídas nas especialidades farmácia bioquímica e farmácia hospitalar para ingresso em 2018. As inscrições custam R$ 120,00 e podem ser feitas entre os dias 20/02 e 21/03 março de 2017 no site www.fab.mil.br. 

 

Fonte: FAB

Publicada em 16/02/17

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e o uso dos produtos Phytoemagry, Natu Diet e Natural Dieta. Os fitoterápicos clandestinos eram divulgados e comercializados sem registro.

 

A empresa fabricante Natura Leve, que vendia os produtos  on-line, não possuía a devida autorização de funcionamento da Agência. 

 

Em função disso a Anvisa determinou a proibição, em todo o território nacional, não só da fabricação, distribuição, divulgação, mas também da comercialização e o uso  dos produtos destacados. 

 

A resolução RE 252/02 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Anvisa

Publicado em 15/02/17

 

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