Estão abertas as inscrições para a turma do mês de dezembro do curso de capacitação do Hórus, na modalidade de Ensino a Distância (EaD Hórus).

As aulas terão início no dia 03/12 e as 160 vagas disponíveis estão destinadas, exclusivamente, aos profissionais do SUS.

A capacitação é uma das etapas obrigatórias para a implantação do sistema nos municípios.


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O que tem na sua caixinha de remédios? Descongestionantes, vitaminas, analgésicos à base de dipirona, pílula anticoncepcional, antigripais e calmantes, ao menos de acordo com pesquisas de mercado feitas pela consultoria IMS Health e pela Associação Brasileira de Medicamentos Isentos de Prescrição (ABIMIP), que mostram os medicamentos mais vendidos nas farmácias do país.


Medicamentos à base de dipirona sódica, como o Dorflex, estão entre os mais populares no país. O mecanismo de ação da dipirona, introduzida no mercado em 1922, ainda não é conhecido, mas estudos mostram que a droga faz seu trabalho de forma semelhante a outros analgésicos, inibindo a formação de substâncias envolvidas na inflamação e na sensação de dor.


O Rivotril ou clonazepam foi o sexto medicamento mais vendido no país entre 2011 e 2012, isso apesar de exigir receita controlada. A substância é da classe dos benzodiazepínicos, drogas que agem no cérebro, aumentando a ação de um neurotransmissor que inibe a atividade e a conectividade dos neurônios.

As indicações principais do Rivotril são para tratar convulsões, transtorno de ansiedade e depressão, mas ele tem se tornado cada vez mais uma "droga social", segundo o médico Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do HC de São Paulo).


No ranking de remédios isentos de prescrição (MIPs) que mais geram volume de venda, aparecem dois multivitamínicos: o Gerovital, que contém ginseng, vitaminas A, C, D, E e as do complexo B, além de minerais como ferro, e o Targifor C.

Em unidades, o Neosoro, solução nasal contendo cloreto de sódio, cloreto de benzalcônio e cloridrato de nafazolina, foi o remédio mais vendido nas farmácias, no último ano. Os "fãs" das gotinhas até se reúnem em grupos no Facebook ("Neosoro" e "Clube dos viciados em Neosoro"), onde lamentam a rapidez com que dão cabo de um frasco.


Veja o ranking dos dez remédios mais vendidos nas farmácias, em unidades e faturamento, no comparativo de agosto de 2011 a agosto de 2012.


Fonte: Folha de S. Paulo


Apesar do ritmo menor que o dos últimos anos, as vendas de medicamentos genéricos no Brasil cresceram no terceiro trimestre deste ano. O setor registrou alta de 16,6% sobre igual período de 2011, segundo análise da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).

Foi o menor crescimento desde 2001, quando os genéricos começaram a ser vendidos no País. O estudo usou dados do IMS Health, instituto que audita o mercado farmacêutico.


No acumulado do ano, as vendas de genéricos cresceram 19,8%. No mesmo intervalo de 2011, a expansão foi de 31,8%, enquanto em 2010 houve alta de 32,8%. Em receita, as vendas de genéricos movimentaram R$ 2,8 bilhões entre julho e setembro contra R$ 2,3 bilhões no mesmo intervalo do ano anterior, resultado que representa uma evolução de 21%.


Para a PróGenéricos, os resultados indicam que os genéricos vêm acompanhando a desaceleração da economia como um todo. O mercado farmacêutico total também diminuiu o ritmo de crescimento no terceiro trimestre. O conjunto da indústria registrou vendas de 680,6 milhões de unidades entre julho e setembro de 2012 contra 606 milhões em igual período de 2011, alta de 12%. No terceiro trimestre de 2011, o crescimento havia sido de 13% nas vendas em relação a 2010.


A participação de mercado dos genéricos, porém, cresceu no terceiro trimestre de 2012. O setor tem hoje, segundo a PróGenéricos, 26,6% de market share contra 25,6% no ano passado. A associação estima chegar a 30% no final de 2013.


Fonte: Estado de Minas

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