A coordenação de Práticas Integrativas e Complementares da Secretaria de Estado da Saúde (SES/MG) está com as inscrições abertas e gratuitas para o Curso Práticas Integrativas e Complementares.  As inscrições podem ser feitas no endereço:  http://www.canalminassaude.com.br/cursos/extensao/introducao-as-praticas-integrativas-e-complementares As aulas, virtuais, começam no dia 10 de setembro.

Conforme a farmacêutica homeopata Heloísa Monteiro, coordenadora do serviço, o objetivo do curso é levar mais conhecimento sobre os princípios básicos da homeopatia, da fitoterapia/plantas medicinais, da medicina tradicional chinesa (acupuntura, práticas corporais, meditação e orientação alimentar), da medicina antroposófica e do termalismo/crenoterapia. Os conhecimentos relativos a cada modalidade serão disponibilizados em módulos separados num total de cinco. 

Ela lembra que as práticas integrativas constam na Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares SUS/MG do estado de Minas Gerais e que é importante que os gestores e demais interessados tenham mais conhecimento sobre a possibilidade de sua implementação nos municípios. “Além de gestores e funcionários da saúde, será importante que usuários também se inscrevam e conheçam seus direitos de buscar as práticas alternativas no Sistema Único de Saúde”, ressalta.

O curso terá a duração de dois meses e as vídeoaulas serão transmitidas via Canal Minas Saúde para pontos de recepção do sinal do canal que hoje totalizam mais de 11.000 (onze mil) entre estabelecimentos de saúde, escolas, centros de referência de assistência social, presídios e unidades socioeducativas. Haverá distribuição de certificados para quem participar de todas as fases do curso, incluindo as respostas às avaliações propostas em cada um dos cinco módulos.

 

Enquanto o país procura soluções para suprir a falta de médicos no atendimento à população, um encontro de gestores em saúde em Belo Horizonte demonstrou que é crescente o interesse em implementar ações de promoção da saúde por meio de práticas complementares como a acupuntura, a homeopatia, a fitoterapia e as práticas corporais da medicina chinesa no Sistema Único de Saúde (SUS).

A discussão também é pertinente por ocasião da manutenção dos vetos ao Ato Médico pelo Congresso Nacional em votação realizada na  semana passada. O gesto demonstra o reconhecimento da importância do atendimento multiprofissional no SUS e preserva a autonomia dos profissionais de saúde.

Enquanto o país procura soluções para suprir a falta de médicos no atendimento à população, um encontro de gestores em saúde em Belo Horizonte demonstrou que é crescente o interesse em implementar ações de promoção da saúde por meio de práticas complementares como a acupuntura, a homeopatia, a fitoterapia e as práticas corporais da medicina chinesa no Sistema Único de Saúde (SUS).

A discussão também é pertinente por ocasião da manutenção dos vetos ao Ato Médico pelo Congresso Nacional em votação realizada na  semana passada. O gesto demonstra o reconhecimento da importância do atendimento multiprofissional no SUS e preserva a autonomia dos profissionais de saúde.

“O I Fórum Estadual de Práticas Integrativas e Complementares teve excelente resultado ao atrair 500 participantes entre gestores municipais, profissionais de saúde e representantes do movimento social”, informa a coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, a farmacêutica homeopata Heloísa Helena Monteiro Braga. Concomitante ao Fórum também foi realizado o I Seminário Sudeste de Práticas Integrativas e Complementares.     

O bom número de participantes no Fórum é explicado pelo esforço da Coordenação de Práticas Integrativas e Complementares  da Secretaria de Estado de Saúde MG que passou quatro meses, de março a junho deste ano, realizando oficinas para explicar aos gestores da possibilidade de implementação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares que existe desde 2006 e que foi respaldada pelo Governo do estado em 2009 por meio da Resolução SES/MG nº 1885 de 27 de maio de 2009. Conforme Heloísa, a equipe realizou oficinas de mobilização do conhecimento sobre o tema nos municípios de São João Del Rei, Alfenas, Uberlândia, Teófilo Otoni, Montes Claros. Em Belo Horizonte foram realizadas duas oficinas.

O que mais surpreendeu a equipe durante as visitas foi o grau de desconhecimento sobre a existência da Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares. De acordo com a política pública, o atendimento municipal no âmbito do SUS pode oferecer homeopatia, fitoterapia, acupuntura, as práticas corporais chinesas como tai chi chuan e lian gong, o termalismo e a antroposofia – prática que considera o ser humano nas suas dimensões física, psíquica, emocional e espiritual. “A oferta dos serviços é encargo do município, mas o estado pode dar diretrizes, mostrar o caminho para alcançar resultado”, detalha Heloísa.

Eventualmente, recursos financeiros podem ser remanejados pelo estado para contribuir na implementação das práticas integrativas e complementares. Para isso acontecer, basta que a demanda pelos serviços se fortaleça e o interesse verificado no Fórum mostra que o caminho está aberto para que isso venha a acontecer até porque 18% dos municípios mineiros já adotam pelo menos uma dessas práticas segundo resultado parcial de diagnóstico que está sendo realizado este ano.

“A participação dos conselhos de saúde: municipal, estadual e nacional é decisiva para que haja consolidação da política das práticas integrativas e complementares”, ressalta a coordenadora da SES/MG.

Segundo Heloísa, com a consolidação da política nos municípios, a população é beneficiada porque as práticas complementares levam o indivíduo a assumir mais responsabilidade com a própria saúde. “Esses tratamentos contribuem para estimular o autocuidado porque incentivam a consciência corporal e mental levando a pessoa a menor dependência de medicalização, diz.

Ela ressalta também que, como o nome diz, as terapias integrativas devem ser vistas dentro de um contexto de complementaridade: “São cuidados multiprofissionais de saúde que se complementam na busca pela saúde integral do paciente”.     

Para o diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais, Rilke Novato Públio, que esteve presente na Roda de Conversa que encerrou  o Fórum Estadual de Práticas Integrativas e Complementares, é muito importante que a Política Nacional seja implementada.

“A participação da sociedade, de forma organizada, por meio de atuação nos conselhos e conferências de saúde é fundamental para que a política seja efetivada porque sem essa pressão e só aguardando a decisão dos gestores ela pode demorar a funcionar na prática”, diz Rilke. Ele acrescenta que aumentar a oferta de tratamentos complementares e alternativos à medicina convencional é uma forma de combater o uso indiscriminado e irracional de medicamentos.“Elas podem fazer um contraponto à medicalização estimulada pela indústria farmacêutica”, salienta o diretor do Sinfarmig.         

 

Por solicitação do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig), a Superintendência das Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) intermediou, nesta quinta-feira, 22/08, reunião de negociação entre o Sinfarmig e o Sindicato dos Laboratórios de Patologia, Pesquisas e Análises Clínicas. Na reunião, estiveram presentes os diretores do Sinfarmig: Júnia Lelis, Maria das Graças Pinto, Rilke Novato Públio e Waldirce de Souza e também os assessores jurídico e de comunicação da entidade. O Sindicato patronal foi representado pelo procurador jurídico do Sindilab.

O Sinfarmig apresentou, perante a mediadora do MTE, as diversas tentativas feitas pela entidade representante dos farmacêuticos, ao longo de 15 anos,  de formalizar a convenção coletiva de trabalho dos profissionais que atuam no setor de análises clínicas no estado de Minas Gerais. A situação demanda atenção urgente, uma vez que os demais setores que abarcam grande número de farmacêuticos, todos já contam com convenção coletiva de trabalho a exemplo do segmento de Farmácia e Drogaria. O setor já possui convenção coletiva de trabalho estabelecida há mais de 20 anos.

Face à solicitação do Sinfarmig, a representante do MTE propôs que as entidades tentassem mais uma reunião com o objetivo de assegurar sucesso nas negociações. Ela propôs uma segunda reunião mediada pelo MTE com vistas à consagração do primeiro Instrumento Coletivo de Trabalho entre as partes.

O Sinfarmig convida todos os colegas que atuam no setor a participarem das duas reuniões já agendadas. A quinta reunião (já foram duas na DRT, uma no Sindilab e outra no Sinfarmig) entre os dois sindicatos está marcada para o dia 26/08, às 16h, no Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais. A reunião seguinte, que será novamente mediada pela DRT, será no dia 04 de setembro às 14h30.

Farmacêuticos, participem e reforcem a nossa luta!

Serviço:

5ª Reunião de Negociação Coletiva de Análises Clínicas
Local: Sinfarmig - Rua Tamoios, 462, sala 1205, Centro, Belo Horizonte.
Dia e Horário: 26/08, às 16 horas     



 

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