O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig acaba de sortear duas bolsas com 50% de desconto no valor das mensalidades para o curso de Pós-Graduação em Assuntos Regulatórios oferecido pelo Instituto de Pós-Graduação e Graduação – Ipog. Os farmacêuticos Henrique Carvalho Alves e Priscila Perez da Silva foram os contemplados pelas bolsas a partir de um convênio entre as entidades. 

A especialização vai qualificar profissionais que já atuam ou desejam trabalhar na realização de processos de registro e pós-registro de medicamentos, alimentos, além de diversos segmentos de saúde e patentes, incluindo assuntos jurídicos como autorização para publicidade e afins. 

A coordenação é da doutora, mestre em farmacologia, anestesiologia e terapêutica Roberta Pessoa Simões, que é referência em assuntos farmacológicos no Brasil. O curso Lato Sensu terá duração de 20 meses e 480h/a com 19 módulos presenciais na sede do Instituto, em Belo Horizonte, e um módulo em EaD. 

As aulas serão durante um final de semana por mês às sextas, sábados e domingos. Ao final da Pós, os farmacêuticos estarão habilitados a trabalhar com todos os processos envolvidos na regulamentação junto a Anvisa e demais órgãos. O Instituto oferece condições especiais para todos os farmacêuticos sindicalizados, então quem se interessar pode fazer inscrições o dia 16/03 no www.ipog.edu.br 

Fonte: Assessoria de Comunicação/Informações Ipog

Publicado em 09/03/18

 

 

 

As inscrições estão abertas para os interessados no curso de "Cromatografia a líquido de alta eficiência: fundamentos e aplicações", que será realizado nos dias 06 e 07/04, das 8 às 17h30, na Faculdade de Farmácia da UFMG. A oportunidade é para farmacêuticos, químicos e afins, atuantes na indústria farmacêutica, química e/ou de alimentos, e estudantes de Graduação ou Pós-Graduação nessas áreas. O curso de extensão terá 16h/a sendo 10h teóricas e 6h práticas envolvendo fundamentos teóricos: mecanismos de separação, alargamento dos picos, parâmetros cromatográficos (conceito e cálculos), instrumentação: bombas, injetores, colunas e sistemas de detecção (UV-visível, fluorescência, espectrometria de massas). Também haverá abordagem sobre o controle dos parâmetros de separação e sua otimização: fase móvel, colunas, vazão de fase móvel, modos de eluição etc e os cuidados com o sistema cromatográfico. Serão dadas aulas sobre aplicações: análise qualitativa e quantitativa, além do uso de padrão interno e externo e tratamento dos dados. A prática será sobre os conhecimentos necessários para realizar análise por CLAE. As inscrições estão abertas até o dia 23/03 pelo 

www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE  e outras informações no www.farmacia.ufmg.br/cedafar ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Serviço:

 

Curso: "Cromatografia a líquido de alta eficiência: fundamentos e aplicações"

Local: Faculdade de Farmácia da UFMG

Data: 06 e 07/04/18

Horário: Sexta e sábado das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30

Inscrições: até 23/03/2018

 

Fonte: Faculdade de Farmácia da UFMG

Publicado em 07/03/18

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa aprovou o registro do medicamento Lixiana (edoxabana), na forma farmacêutica comprimidos revestidos de 15 mg, 30 mg e 60 mg. O produto é um anticoagulante inédito no país.

O medicamento novo traz duas indicações terapêuticas específicas. Conheça:

• Redução do risco de acidente vascular cerebral (AVC) ou embolia sistêmica em pacientes adultos com fibrilação atrial não valvar (FANV);

• Tratamento de tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes adultos, incluindo trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP), além de prevenção de TEV recorrente (TVP ou EP).

O medicamento será fabricado no Brasil pela empresa Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., que também é a detentora do registro do produto na Anvisa.

 

Fonte: Anvisa

Publicado em 06/03/18

 

 

 

O povo, unido, jamais será vencido!”, bradou a plenária após quatro dias de intensos de trabalhos na 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS). Cerca de duas mil pessoas de todos os estados brasileiros e do distrito federal definiram a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS). O evento, que começou dia 27 de fevereiro e encerrou na última sexta-feira (02/03), é considerado um marco histórico na construção de políticas para o Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Das 170 propostas que compuseram o Relatório Nacional Consolidado, que contemplam ações das vigilâncias: ambiental, em saúde do trabalhador, epidemiológica e sanitária, foram votadas 17. A votação na plenária final aconteceu por meio de um sistema eletrônico através de aparelhos específicos cedidos aos participantes. A cada proposta, o resultado aparecia rapidamente em um telão indicando se a proposição estava aprovada ou não pela maioria.

 

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald dos Santos, convocou os conferencistas a continuarem na luta por uma Vigilância em Saúde cada vez mais participativa. “Não encerramos nossas atividades nesta plenária final. Esta é uma etapa na nossa defesa do SUS, que precisa integrar os processos de conferências com a vida e a saúde nos conselhos. Todos estão convocados a fortalecer a democracia e a gestão participativa”, disse. Em breve o CNS disponibilizará o Relatório Final da 1ª CNVS.

 

 

 

Moções aprovadas em plenária

 

 

Ao todo, 29 moções em apoio, repúdio, apelo ou solidariedade foram votadas pelos participantes. Dentre elas, tiveram destaque uma moção em apoio à ação de inconstitucionalidade contra a Emenda Constitucional 95, que congela por 20 anos os investimentos em saúde. O objetivo é que a emenda seja revogada para que o Estado garanta o financiamento adequado e suficiente das ações e serviços de saúde.

 

“Nós precisamos acumular forças, colocar essa pauta na agenda dos candidatos à presidência da república. A força da sociedade pode demandar um referendo revogatório da EC 95. Precisamos é de mais recursos na saúde e não de congelamento”, disse o deputado Odorico Monteiro (PSB/CE), que participou do encerramento da Conferência.

 

Uma moção de apelo motivada pelas irregularidades e ilegalidades relacionadas à dívida pública brasileira também foi aprovada. Todo ano, quase metade dos recursos do Orçamento Geral da União são destinados para o pagamento da dívida. Enquanto isso, apenas 4% desses recursos são destinados à saúde. “Não podemos mais permitir que esses esquemas fraudulentos continuem, por isso, exigimos a realização imediata da auditoria cidadã dessa dívida pública”, exigiram os conferencistas.

 

A plenária também aprovou uma moção de repúdio contra as mudanças aprovadas na Comissão Intergestora Tripartite (CIT), composta por gestores de saúde nas três esferas da União, no dia 14 de dezembro de 2017. Na ocasião, foi alterada a Política Nacional de Saúde Mental, dando margem para o retorno do modelo manicomial.

 

Para um dos participantes, “é preocupante que uma política pública que foi objeto de décadas de luta pelos usuários, familiares e trabalhadores de saúde mental e definida por Legislação Específica seja profundamente modificada em conteúdo, direcionamento político, ético e técnico em apenas uma reunião entre gestores”.

 

A 1ª CNVS é mais um evento de participação social que antecede a 16ª Conferência Nacional de Saúde, marcada para ocorrer em 2019 e é considerada um dos maiores eventos da democracia participativa brasileira. “Esta conferência é uma rica evidência da capacidade do nosso povo de enfrentar tempos sombrios. Um mar bastante revolto para aqueles que precisam de proteção. Estamos aqui exigindo ações coletivas e o real papel do Estado em defesa do povo”, finalizou Ronald dos Santos.

 

O processo de preparação para a etapa final da 1ª CNVS teve seu início em julho de 2017, quando foram realizadas etapas municipais, territoriais, estaduais e livres em todo o país. Os delegados, participantes livres e convidados construíram coletivamente e de forma democrática a PNVS. Agora, o Ministério da Saúde terá que atender às diretrizes estabelecidas no documento pelos próximos anos.

 

Fonte: Ascom CNS

Publicado em 05/03/18

 

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