O fazendeiro e ex-prefeito de Unaí (MG) Antério Mânica foi condenado a uma pena de 99 anos, 11 meses e quatro dias de prisão por ser um dos mandantes dos homicídios dos três fiscais do Trabalho e de um motorista no crime que ficou conhecido Chacina de Unaí. A sentença foi proferida pelo juiz Murilo Fernandes na noite de ontem (05). O julgamento ocorreu na sede da Justiça Federal, em Belo Horizonte (MG). Mânica poderá recorrer em liberdade.

 

Em 28 de janeiro de 2004, os auditores fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira foram executados a tiros, enquanto se preparavam para uma fiscalização em fazendas de feijão da zona rural da cidade, suspeitas de contratarem trabalhadores irregularmente.

 

Na semana passada, a Justiça condenou o fazendeiro Norberto Mânica, irmão de Antério Mânica, também acusado de ser mandante do crime, e o empresário José Alberto de Castro, apontado como intermediário, pela chacina. Norberto Mânica foi condenado a pena de 98 anos, 6 meses e 24 dias de prisão e Castro a 96 anos, 5 meses e 22 dias. Ambos poderão recorrer em liberdade.

 

Antério foi eleito prefeito de Unaí em 2004 e 2008. Durante este período tinha direito a julgamento em foro especial e, por esse motivo, seu processo tramitou em separado ao dos outros acusados.

 

Último réu envolvido no processo, Hugo Alves Pimenta, depois de firmar acordo de delação premiada, teve o processo desmembrado e começa a ser julgado na próxima terça-feira (10). Ele é acusado de ser o intermediário na contratação de pistoleiros. Pimenta é acusado de ser o intermediário entre pistoleiros e mandantes.

 

Fonte: Agência Brasil

Após o rompimento de duas barragens em Bento Rodrigues ontem (5), diversas entidades e voluntários se mobilizam para receber donativos e acolher as vítimas, que passam de 500. De acordo com a prefeitura de Mariana, as prioridades são doações de materiais de uso pessoal como escovas de dente, toalhas de banho, copos, talheres e pratos descartáveis, além de água potável.

 

Para doações fora do município, a prefeitura de Mariana disponibilizou uma conta bancária no Banco do Brasil através do CNPJ: 18.295.303/001-44, Agência: 2279-9, Conta Corrente: 10.000-5. Moradores da cidade podem levar os donativos durante todo o dia ao Centro de Convenções Alphonsus Guimaraens, na Rua Avenida Getúlio Vargas, s/n, Centro.

 

Para as famílias da região que estiverem dispostas a acolher desabrigados, é necessário preencher um cadastro de voluntários que está sendo feito na Arena Mariana, na Avenida do Contorno, no centro.

 

Em Ouro Preto, cidade vizinha a Mariana, doações estão sendo recolhidas na Câmara de Vereadores. A prefeitura da cidade disponibilizou veículos para buscar as doações de moradores de Ouro Preto e encaminhar até Mariana. O telefone para contato é 31 3552-8500.

 

Fonte: Agência Brasil

Da Rede Brasil Atual

 

Técnico do Dieese espera que reunião sirva para abrir diálogo, junto ao governo e representantes de setores vitais da economia, na busca pela retomada do investimento e preservação dos empregos

 

Centrais querem retomada dos investimentos na construção, indústria naval e petróleo

 

São Paulo – Na próxima segunda-feira (9), representantes de centrais sindicais vão se reunir, juntamente com o Dieese, para debater propostas e alternativas de combate à crise, com o intuito de destravar investimentos e garantir a geração de emprego, sobretudo nos setores de petróleo e gás, indústria naval e da construção civil.

 

O coordenador de relações sindicais do Dieese, José Silvestre, em entrevista à Rádio Brasil Atual hoje (6), elogia a iniciativa da reunião e espera que a elaboração de propostas alternativas também sirvam para abrir o diálogo com o governo e representantes desses setores, na busca de soluções para o enfrentamento da crise.

 

Silvestre demonstra especial preocupação com a Petrobras que, segundo ele, desde o início da Operação Lava Jato, que investiga casos de corrupção na estatal, vem sofrendo com o travamento de crédito e a suspensão de negócios, que impactam diretamente na perda de postos de trabalho na cadeia produtiva do petróleo e gás.

 

Ele lembra que o funcionamento da Petrobras, maior empresa do país é vital para o desenvolvimento da economia brasileira, e diz que o desafio é separar a apuração dos maus feitos dos demais negócios da empresa.

 

"A Petrobras representa muito, em torno de 12% do PIB, tem um volume de investimentos que é significativo. Portanto, me parece uma decisão extremamente acertada, das centrais, em se reunir para procurar alternativas", diz Silvestre.



Fonte: Rede Brasil Atual

O julgamento do fazendeiro e ex-prefeito de Unaí (MG) Antério Mânica, acusado de ser um dos mandantes da chacina na zona rural da cidade em janeiro 2004, foi retomado hoje (5), em Belo Horizonte, com a apresentação de vídeos, gravações telefônicas e leitura de peças do processo.

 

Antério Mânica deve ser ouvido ainda nesta tarde. Em seguida, haverá debates entre a defesa e a acusação. A previsão é de que o julgamento termine até amanhã (6). O julgamento começou ontem (4), quando foram serão ouvidas 16 testemunhas de acusação e seis de defesa.

 

Em 28 de janeiro de 2004, os auditores fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira foram executados a tiros, enquanto se preparavam para uma fiscalização em fazendas de feijão da zona rural da cidade, suspeitas de contratarem trabalhadores irregularmente.

 

Na semana passada, a Justiça condenou o fazendeiro Norberto Mânica, irmão de Antério Mânica, também acusado de ser mandante do crime, e o empresário José Alberto de Castro, apontado como intermediário, pela chacina. Norberto Mânica foi condenado a pena de 98 anos, 6 meses e 24 dias de prisão e Castro a 96 anos, 5 meses e 22 dias. Ambos poderão recorrer em liberdade

 

Antério foi eleito prefeito de Unaí em 2004 e 2008. Durante este período tinha direito a julgamento em foro especial e, por esse motivo, seu processo tramitou em separado ao dos outros acusados.

 

Último réu envolvido no processo, Hugo Alves Pimenta, depois de firmar acordo de delação premiada, teve o processo desmembrado e começa a ser julgado na próxima terça-feira (10). Ele é acusado de ser o intermediário na contratação de pistoleiros.

 

Fonte: Agência Brasil

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