
15/04: OUTONO AUMENTA RISCOS DE CONTAMINAÇÃO POR H1N1 E SINFARMIG ORIENTA PREVENÇÃO

Teline V
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Aprimorar a qualidade e estrutura dos serviços farmacêuticos, contratação de novos profissionais, além do aprimoramento dos serviços de conectividade dos locais, para oferecer mais agilidade no atendimento à população e uma melhor organização dos estoques de medicamentos. Esses são os principais destinos da verba que o Ministério da Saúde destinou a cerca de 1000 municípios contemplados pelo Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (Qualifar-SUS).
Desde a criação do Programa, em 2012, o Ministério da Saúde já destinou mais de R$ 100 milhões para 1.582 municípios, 70% dos incluídos na lista do Programa Brasil sem Miséria até 100.000 habitantes. A intenção é qualificar os serviços de saúde que integram o conjunto de investimentos já realizados por meio do Projeto de Qualificação da Assistência Farmacêutica e Intervenção Sistêmica da Assistência Farmacêutica nas Redes de Atenção à Saúde – QualiSUS-Rede. Foram beneficiadas 15 regiões do país, em 486 municípios, com entrega de computadores, realização de pesquisa diagnóstica sobre os serviços farmacêuticos e ofertas educacionais na modalidade à distância para mais de cinco mil profissionais de saúde.
Para participar do Qualifar-SUS, o município deve estar na lista do Brasil Sem Miséria (Plano interministerial voltado para a população mais pobre) e fazer parte de outros programas da Atenção Básica. Como o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (Requalifica UBS), e o Hórus, sistema de Assistência Farmacêutica que permite o controle da compra, armazenamento, distribuição e dispensação dos medicamentos.
Fonte: http://migre.me/twMkb
Foto: Sitram Centro Oeste
Os serviços de atenção farmacêutica e demais atendimentos públicos estão funcionando parcialmente em Divinópolis há mais de 10 dias. Eles protestam contra a decisão da Prefeitura de não repor as perdas inflacionárias relativas referentes a 2015. Numa assembleia realizada nesta quarta, 13, os servidores municipais recusaram a contraproposta de 3/% de recomposição salarial. Os trabalhadores consideram a decisão do Prefeito Vladimir Azevedo absurda e desrespeitosa. Até o ano passado os reajustes eram garantidos com base em uma lei municipal vinculada ao INPC.
Entretanto, houve uma mudança na lei e a Administração Municipal conseguiu aprovar um novo projeto na Câmara Municipal com índice do IPC da EAD-UFMG. A vigência da lei só tem início a partir de 2017, enquanto isso a Prefeitura acordou com a categoria que pagaria o reajuste de 11,27% referente a inflação em 2016. Contudo, na data-base de março, Wladimir Azevedo informou que não poderia honrar com o compromisso e criou um impasse com a categoria que resolveu entrar em greve.
O indicativo foi votado no dia 28 de março durante a primeira paralisação de 24 horas dos trabalhadores. Desde então as farmácias públicas municipais estão funcionando apenas meio horário, o laboratório de análises clínicas cumprindo escala mínima de 30% do efetivo, assim como as unidades de saúde. A adesão está perto de 80% dos funcionários públicos deixando escolas paradas, serviços de protocolo, arrecadação, IPTU, engenharia e serviços, biblioteca totalmente parados diante da intransigência do Prefeito. A mobilização dos trabalhadores chegou à Câmara Municipal onde os servidores têm comparecido às sessões de votação exigindo o trancamento da pauta. Mais Informações http://migre.me/tvGQD
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sinfarmig

“Só quero (queremos) saber do que pode dar certo, não temos tempo a perder”. Aquela conhecida letra de uma música dos Titãs norteou a atuação do Sinfarmig na segunda rodada de negociações dos profissionais que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras, na tarde dessa segunda (11). Depois de quase três horas de argumentações da diretoria do Sinfarmig, os representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais- Sincofarma/MG anunciaram uma oferta de reajuste de apenas 8,5%. O índice abaixo da inflação acumulada no período de 1º de março de 2015 até 28 de fevereiro de 2016, de 11,07%, foi imediatamente recusado pelos farmacêuticos. “Nós representamos milhares de profissionais no Estado e não aceitaremos propostas como esta que não condizem com a responsabilidade de um farmacêutico. A categoria espera um ano por este momento de poder sentar à mesa, negociar e ver as suas reivindicações transformadas em conquistas” argumentou a diretora Júnia Lelis.
A entidade patronal manteve o discurso da crise para justificar a proposta apresentada que não repõe nem as perdas inflacionárias do período e pediu que os farmacêuticos fossem compreensivos. O Sincofarma/MG insistiu na tese de que trabalha pela manutenção dos empregos e que não há como avançar em relação ao aumento real. A diretoria do Sinfarmig contestou mostrando os dados do faturamento do comércio varejista e o recente reajuste dos medicamentos acima da inflação.
Júnia Lelis insistiu na cláusula da obrigatoriedade da conta-salário para os farmacêuticos, que foi uma das mais solicitadas nas assembléias da categoria. Mas o Sincofarma/MG novamente negou o pedido dizendo que a prática poderia engessar a forma de pagamento aos trabalhadores e inviabilizar algumas contratações. O Assessor Jurídico do Sinfarmig, Luciano Marcos, lembrou que a conta-salário não gera custo para o empregador e é uma segurança para o empregado. Além disso, é respaldada pela Portaria MTE n. 3281/84. O Advogado sugeriu ao sindicato patronal que encontre uma alternativa e apresente na próxima reunião de modo a atender essa solicitação.
Sem acordo a entidade patronal solicitou um prazo para estudar nova contraproposta para as reivindicações. Júnia Lélis terminou a reunião enfatizando que o Sinfarmig nunca fechou uma convenção no comércio varejista abaixo do INPC e essa não será a primeira vez. A diretoria aguarda também, uma resposta para outros pontos da pauta como ganho real de 5%, adicional de 10% para o RT, hora extra de 200% aos domingos e feriados e adicional de insalubridade de 20% sobre o salário-base.
Uma nova reunião ficou agendada para o dia 20 de abril, às 10h30, na sede da Federação do Comércio à Rua Curitiba, 561/5º andar, Centro de BH. A negociação coletiva é aberta à categoria e a diretoria do Sinfarmig acredita que a participação dos farmacêuticos pode ser decisiva nesse momento da campanha salarial
Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig