A Anvisa publicou no site oficial uma matéria em que esclarece preocupação com a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2015, pelo Senado, que libera a produção, a venda e o uso de substâncias inibidoras de apetite, anorexígenos, na saúde da população brasileira. O Sinfarmig sintonizado com o alerta da Anvisa acredita que há risco de efeitos inesperados no uso constante dessas substâncias.que estão suspensas em muitos países do mundo.

 

Depois da sibutramina, a liberação da anfepramona, femproporex e mazindol ficará praticamente sem controle e fiscalização aumentando a possibilidade de ocorrências já que não estão descartados efeitos adversos desses produtos sem comprovação científica da relação risco x benefício.

 

A medida aprovada pelo Senado afronta a lei 9.782/99, que confere a Anvisa a responsabilidade de realizar o controle sanitário da produção e comercialização de medicamentos. A Agência possui a competência, segundo essa mesma lei,  de proibir a fabricação, a importação, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de produtos e insumos se houver risco iminente à saúde.

 

A Anvisa que reforça o seu compromisso público com a saúde da população brasileira, já havia normatizado a produção, a venda e o consumo de anorexígenos por meio da RDC 50/14, determinando, entre outros pontos, doses recomendadas, prescrições acompanhadas de termo de responsabilidade do médico responsável e relatórios periódicos por parte das empresas produtoras sobre as substâncias. A Agência afirma no texto do site que está a disposição da Câmara dos Deputados, para onde a matéria segue, para fornecer dados técnico-científicos que poderão subsidiar a devida apreciação do PLC 61/2015.

 

Fonte: Anvisa

 

 

 

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig) informa à categoria que, neste feriado de Tiradentes, a sede da entidade localizada na Rua dos Tamoios, 462/12º andar, Centro, Belo Horizonte, não funcionará nesta quinta-feira (21) e sexta-feira (22). Informamos, também, que voltaremos a atender normalmente na próxima segunda-feira (25/04) das 8 às 18h. Acompanhe as informações do seu interesse pelo www.sinfarmig.org.br

 
 

 

Saio daqui impressionada com a desvalorização que vi em relação ao  nosso trabalho por parte dos patrões. Porque nossa função exige dedicação e muita responsabilidade com a vida das pessoas e merecemos um reconhecimento à altura”. Foi essa a reação da farmacêutica Raíssa Ferreira Almeida, que com cinco anos de formada participou pela primeira vez de uma mesa de negociação. A indignação era visível, também, na expressão de Ronan Cardoso, que após seis anos no mercado disse ter sentido na pele o quanto é importante a classe estar unida e acompanhar de perto o clima duro e difícil das negociações.

 

Os dois farmacêuticos e outros colegas de profissão se juntaram ao Sinfarmig na manhã dessa quarta, 20/04, para participar da terceira rodada de negociações com o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sincofarma/MG. A entidade patronal surpreendeu a todos com uma proposta de redução salarial, retrocesso e perda de direitos, que assustou até mesmo os sindicalistas mais antigos em mesa de negociações da categoria.

 

A proposta deles previa reduzir o piso salarial para farmacêuticos que estão ingressando no mercado de trabalho e pagar a inflação do período de forma parcelada. A contraproposta foi veemente recusada e a diretoria do Sinfarmig apresentou outra que prevê a reposição das perdas inflacionárias do período de 1º de março 2015 a 28 de fevereiro de 2016 (11,07%) mais ganho real (1,43%) totalizando 12,5%.  

 

Apesar do clima árido da reunião a categoria saiu com a expectativa de que a entidade patronal reavalie melhor essa contraproposta. “Esperamos que o Sincofarma/MG não venha nos oferecer mais perdas de direitos em reuniões futuras. Queremos reconhecimento para os farmacêuticos que atuam como verdadeiros gestores de suas empresas garantindo não só a assistência farmacêutica de qualidade, mas também o crescimento e faturamento das suas lojas´, declarou a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis.  

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

 

 

É grande o número de ocorrências de casos de precariedade nas sociedades minoritárias em estabelecimentos farmacêuticos em todo o Brasil. Os sindicatos da categoria vêm estabelecendo uma agenda de alerta e orientação aos profissionais sobre os riscos trabalhistas e financeiros para aqueles que aceitam entrar nessa modalidade de negócios. Leia mais...

http://migre.me/tyFsq

 

Fontes: Fenafar/SindFar/SC

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