Uma parceria entre o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig  e a Associação Mineira de Farmacêuticos – AMF viabilizou o sorteio de uma vaga para profissionais sindicalizados no curso de atualização em Gestão Clínica em Terapia Antimicrobiana marcado para os dias 14 e 15/10, em Belo Horizonte.

As inscrições estão abertas e o curso será ministrado pelo Doutor Henry Pablo Lopes Campos e Reis. A carga horária é de 12h e ele é voltado para profissionais que atuam ou pretendem atuar junto a equipe multidisciplinar na otimização do processo de utilização dos antimicrobianos tendo como método o Antimicrobial Stewarship Program.

O Sinfarmig fará o sorteio no dia 11/10, portanto, os farmacêuticos interessados em concorrer devem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até esta data informando nome completo, telefone de contato e o nome do curso no Assunto.

 

Serviço:

Curso: Gestão Clínica em Terapia Antimicrobiana

Data: 14 e 15/10

Horário: Sábado - das 8 às 18h

     Domingo - das 8 às 12h

Investimento: R$ 240,00

Local: Hospital das Clínicas

Inscrições até dia 12/10/2017

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 05/10/17

 

 

 

Os direitos trabalhistas, o papel do sindicato e a importância da sindicalização no processo de luta por melhorias salariais da categoria são os pontos que serão abordados pelo diretor do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sinfarmig, Rilke Novato, na próxima edição do projeto Rumo Certo. 

O evento será realizado na próxima quinta-feira, 05/10, às 18h, e a participação do Sinfarmig é um convite do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais - CRF/MG, que organiza a cerimônia para a entrega das carteiras profissionais aos farmacêuticos.

 

O Projeto Rumo Certo visa informar sobre a profissão, os direitos, os deveres e as responsabilidades, além de esclarecer o papel do Sindicato e do Conselho.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 04/10/17

 

 

 

Existe uma disputa clara entre dois modelos de atendimento à saúde para a população: o primeiro o de promover saúde, com qualidade e sem custo, para o maior número de brasileiros possível, o segundo o de vender saúde como mercadoria, agora em promoção com a oferta de planos acessíveis.

 

De um lado, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e instituições da área são contrárias ao subfinanciamento, que coloca como responsabilidade das pessoas o que é papel do Estado. Do outro lado, o Ministério da Saúde sinaliza com a ampliação do comércio de planos acessíveis, como saída para o Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Mas afinal de contas, o que são planos de saúde acessíveis? Quanto vai custar para os brasileiros? Quantos poderão pagar por eles na atual conjuntura econômica onde o desemprego aumenta e a reforma trabalhista retira direitos garantidos? Essas são perguntas que estão esquentando a cabeça e congelando o bolso da população. Como fazer para pagar mais essa despesa?

 

O Ministério da Saúde ainda não apresentou mais do que propagandas e tampouco esclareceu quanto um direito universal e gratuito custará para a população. Segundo o governo, esses planos seriam ofertados a custos mais baixos com menos serviços, atendendo apenas a uma cobertura mínima obrigatória, como agendamento de consultas, sem incluir exames e internações.

 

Para Ronald dos Santos, presidente do CNS, essa é mais uma campanha para a desconstrução do contrato social da saúde como dever do Estado. Além disso, o financiamento da saúde brasileira já está embutido nos impostos pagos regularmente e agora quem já utiliza o SUS terá de pagar mais uma vez por um direito adquirido e garantido na Constituição Federal de 1988.

 

“Saúde não é mercadoria e não deve ser comprada. É evidente que o mercado quer ocupar e controlar os serviços de saúde oferecidos aos brasileiros. Os planos acessíveis não representam a facilidade para o acesso à saúde, já que os eventuais usuários dessa modalidade terão dificuldades e custos inesperados para obterem o mínimo de atendimento”, afirmou Ronald.

 

O Conselho Federal de Medicina também alertou que a venda de planos populares beneficiará os empresários da saúde suplementar e não solucionará os problemas do SUS.

 

Os planos populares podem começar a ser vendidos ainda este ano, anunciou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em mais uma das suas bombásticas declarações. Segundo ele, com o aumento do acesso à rede privada o SUS poderá oferecer melhor atendimento a quem não pode pagar por um plano, cerca de 150 milhões de brasileiros.

 

A medida anunciada pelo Ministério da Saúde já vinha sendo debatida pelo CNS e foi tema da Resolução nº 534, de 19 de agosto de 2016. Na ocasião, o Conselho considerou que a Lei nº 8.080/1990 determinava a participação do sistema privado de forma complementar e define como princípios norteadores do SUS a universalidade, a integralidade, a igualdade da assistência à saúde e a organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos. “Não cabe ao Estado brasileiro promover o setor privado, mas sim regular o mercado a partir da Agencia Nacional de Saúde (ANS) e demais dispositivos do controle social”, afirmaram os conselheiros.

 

“A população não pode se sujeitar a um plano que não garanta o atendimento no momento em que mais precisar, no momento em que estiver doente, com um filho doente. Essa pessoa precisa é de um SUS forte, cumprindo com o papel garantido pelo Estado”, posicionou Ronald dos Santos em nome dos conselheiros do CNS, usuários, gestores, profissionais e prestadores de saúde do Brasil.

 

Fonte: Conselho Nacional de Saúde

Publicada em 03/10/17

 

 

 

 

Os farmacêuticos sindicalizados que não buscaram seus ingressos do projeto Cine Sinfarmig deste mês podem comparecer à sede do Sindicato a partir da próxima segunda-feira, 02/10, das 9 às 18h, para apanhar as cortesias.

 

O Cine Sinfarmig oferece gratuitamente as entradas e a promoção é válida para todos os filmes que estão em cartaz sem restrições de dias e horários. O projeto é um estímulo à cultura que pretende envolver os profissionais mineiros que curtem cinema.

 

A parceria com o Cinema Belas Artes de Belo Horizonte garante qualidade elevada na seleção dos filmes. 

A promoção é limitada ao número de convites então quem se interessar deve comparecer ao Sindicato que fica na Rua Tamoios, 462/12º andar – Centro com o documento de identificação para retirada dos ingressos. 

 

Confira a programação em https://www.belasartescine.com.br/

 

Serviço:

 

Cinema Belas Artes

Rua Gonçalves Dias, 1581 

Tel.: (31) 3273-3229

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sinfarmig 

 

Publicada em 29/09/17

 

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