O presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos, Ronald Ferreira dos Santos e as dirigentes regionais Lia Melo (Regional Sul) e Larissa Utsch (Regional Centro-Oeste) abriram na noite desta quinta-feira, 19/10, o 3° Encontro Sul, Sudeste e Centro-Oeste de Sindicatos de Farmacêuticos em Brasília. Participa do evento representante de vários estados inclusive o diretor do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig, Rilke Novato. 

A abertura do primeiro debate do encontro foi feita pela deputada do Distrito Federal, Érika Kokay, que falou sobre como as pessoas devem ter controle sobre seus corpos, culturas e pensamento. Segundo ela, é um processo que deve ser perseguido permanentemente pela humanidade.

Érika Kokay afirmou que a condição de sujeitos vem sendo apropriada pelos inimigos dos trabalhadores, através de seus aparelhos de domínio ideológico, como a mídia que entra em nossas casas, se apropria dos nossos pensamentos, da nossa percepção e até das nossas bandeiras de luta e chamou a atenção sobre a importância da luta por uma comunicação democrática.

A deputada também denunciou que as instituições de poder no Brasil estão dominadas por “homens brancos e ricos, de bengala, cartola e casaca, responsáveis pela construção de um país desigual, onde o ódio é a resposta possível diante da cultura do medo. As fardas e as armas se apropriaram das almas, foram internalizadas”, denunciou.

Ao se referir à intolerância que vem tomando conta da sociedade, Érika Kokay disse que o fundamentalismo só respeita o que é espelho e que é preciso enfrentar os ovos de serpente, antes que tenhamos um mundo de serpentes. Ela citou Nelson Rodrigues “o absurdo está perdendo a modéstia” para em seguida afirmar que “é preciso resgatar o que nos faz humanos: a luta, o afeto, o pertencimento e a cultura”, concluiu.

 

Fonte: Fenafar

Publicado em 20/10/17

 

 

 

Farmacêuticos do Sul de Minas debatem o aprimoramento e a ampliação dos serviços no sistema público de saúde no II Fórum de Farmácia Clínica no SUSMG, realizado hoje (19/10) e amanhã (20/10) no auditório da UNIFAL, em Varginha, das 8h30 às 17h.

A realização é Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com os Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-MG) e com o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig). Esta é a segunda edição do Fórum que aconteceu no primeiro semestre deste ano em Teófilo Otoni.

A programação do evento inclui várias palestras e oficinas evolvendo profissionais renomados da área e referências na Assistência Farmacêutica. O objetivo do fórum é unir as entidades de saúde do estado para apresentar e discutir a implantação e aprimoramento dos serviços clínicos farmacêuticos no sistema público de saúde. 

Os profissionais farmacêuticos, por meio de leis e resoluções, conquistaram nos últimos anos o direito de atender a população em atividades relacionadas à Farmácia Clínica. O que significa que o farmacêutico passa a exercer papel fundamental na ampliação do acesso ao cuidado da saúde da população.

No SUS e nas farmácias privadas, os farmacêuticos já atuam na linha de frente no cuidado à população, em serviços que beneficiam pacientes diabéticos, hipertensos, idosos, na promoção do uso racional de medicamentos, no auxílio aos que têm problemas no controle de peso corporal, entre outros. 

O fórum contará com um consultório montado para demonstração de como podem ser atendidos os pacientes nesse ambiente, que também integra as atribuições do farmacêutico.

 

Fonte: Ascom Sinfarmig/CRF-MG

Publicado em 19/10/17

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa acaba de aprovar medicamento que é nova alternativa para auxiliar mulheres que tentam engravidar com ajuda da reprodução assistida. O produto é o Rekovelle que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos necessários para a existência de uma gravidez.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteroides gonadais em mulheres que não apresentam insuficiência ovariana primária, ou seja, que não estão na menopausa precoce.

O Rekovelle (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: "Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI)".

 

Fonte: Anvisa

Publicado em 18/10/17

 

 

 

A medicalização da vida vem se tornando cada vez mais comum na sociedade. Comportamentos angustiantes e desafiadores até então considerados naturais vem servindo de motivação para a criação de novas patologias e a produção de novos medicamentos. Estes e outros desdobramentos serão debatidos por farmacêuticos e psicólogos nesta quarta-feira, 18/10, às 18h, na sede do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig. 

O tema vem sendo debatido há alguns anos pelos farmacêuticos a partir da observação de alguns profissionais de que qualquer atitude considerada fora do padrão, qualquer reação mais resistente, qualquer dificuldade de concentração ou de interação social no ambiente escolar ganhou mais facilidade para ser medicada. Mas o que está fora do estabelecido deve ser conduzido como diagnóstico patológico?  Por causa da intensificação desses processos no Brasil, especialistas iniciaram uma série de questionamentos que deverão servir como base para o diálogo nesta reunião. 

As reflexões serão conduzidas pelo diretor do Sinfarmig, Rilke Novato, que é mestre em Saúde Pública pela UFMG e por representantes das entidades da Psicologia em Minas. Para ele é necessário um movimento de união de forças e a ampliação do debate para que esse processo seja elaborado. “É importante que os profissionais que trabalham nos setores da saúde se juntem para fomentar suas percepções diferentes e criar estes espaços de discussões e de críticas em relação a este cenário global”, concluiu. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 17/10/17

 

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