O SINFARMIG foi um dos entrevistados pela Rede Minas para falar sobre medicamentos genéricos.

Baseados em pesquisas realizadas pelo SINFARMIG e pelo site Mercado Mineiro, o jornalismo da emissora mostra o aumento na venda dos genéricos e a variação de preços entre os laboratórios.


Diante das dúvidas dos consumidores, a Farmª Júnia Dark Vieira Lelis, Diretora do SINFARMIG, falou sobre a eficácia dos medicamentos genéricos, explicando a diferença entre os de referência e similares.


A entrevista foi ao ar hoje, no Jornal Minas - 1ª edição, mas também pode ser assistida na 2ª edição do programa, hoje (11), às 19h, na Rede Minas (canal 9).


>> Uma lei que "pegou" - Medicamentos genéricos

Fenafar realiza café da manhã com Senadores para debater 30 horas

 


A Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), em conjunto com o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e outras entidades - promoverá em Brasília, no dia 18 de abril, um café da manhã com Senadores para discutir projetos de lei de interesse da categoria, principalmente o que dispõe da redução da jornada dos farmacêuticos para 30 horas semanais, sem redução de salário.


A iniciativa é parte de um conjunto de ações já desenvolvidas pela Federação ao longo dos últimos anos para conquista a redução da jornada. No início de 2011, com a nova Legislatura, a Fenafar fez um movimento determinante para garantir a reapresentação do projeto, que fora arquivado na passagem de uma legislatura e outra.

A articulação da Fenafar com vários senadores garantiu o retorno do PL 113/05.


Assine pelo PL 30h: http://migre.me/8DnZO

 

O Serviço de Medicamentos, Saneantes e Cosméticos, da Fundação Ezequiel Dias (Funed) oferece 01 vaga para bolsista de nível superior com experiência em validação de métodos analíticos.

Remuneração: R$ 1.500,00 para 40 horas semanais.


Local de trabalho: Serviço de Medicamentos, Saneantes e Cosméticos da Funed


Currículos para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A crise econômica internacional e a consequente diminuição de gastos públicos na saúde devem ser a principal preocupação da humanidade hoje (7), data que marca a passagem do Dia Mundial da Saúde. A avaliação é diretor do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.


“A maior ameaça [à saúde no mundo] é o momento político. Em função de uma crise estrutural, a saúde está cada vez mais ameaçada pela possibilidade de ser transformada única e exclusivamente em mercadoria e não tratada como direito do ser humano”, opinou Batista Júnior, que foi presidente do CNS em dois períodos - de 2003 a 2005 e de 2006 a 2009.


A crise econômica diminui a oferta de emprego em outros países e restringe as fontes de financiamento baseadas em descontos nos salários para custeio de seguridade social. O diretor do CNS diz que se preocupa, especialmente, com a situação dos países europeus que, em função de problemas de orçamento do Estado, estão diminuindo o alcance das políticas de bem-estar social.


Para ele, o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), em tempos de crise internacional, é um trunfo brasileiro. “A reforma sanitária que levou ao SUS foi pensada na lógica da saúde sendo um direito universal das pessoas; como direito inalienável e inquestionável e não um bem a ser vendido do mercado”, defendeu.


De acordo com o especialista, o SUS “é o maior responsável pela melhoria da qualidade de vida do Brasil”. Antes do sistema (previsto na Constituição de 1988), o país padecia com “diversas moléstias” e hoje tem uma “situação sanitária de mais qualidade” e “com acesso a tecnologias de última geração”, ressaltou.


O presidente do CNS reconhece, no entanto, que o SUS não foi implementado integralmente. “Está em desacordo com o que diz a legislação e a Constituição Federal”, disse fazendo referência ao “subfinanciamento” e às “lacunas graves na prevenção”.


Fonte: Agência Brasil

Mais Artigos...