A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (19/3), o edital para realização de concurso público para preenchimento de 314 cargos de nível médio e superior. O certame será realizado pelaCetro Concursos Públicos, Consultoria e Administração.


Todas as vagas disponíveis são para a sede da Anvisa em Brasília (DF). Entre os cargos de nível superior, há 157 vagas para o cargo de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária, com remuneração inicial de R$ 10.019,20, e 29 vagas para o cargo de Analista Administrativo, com remuneração inicial de R$ 9.263,20. Já para os cargos que exigem nível médio, serão oferecidas 100 vagas para o cargo de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária (remuneração inicial de R$ 4.984,98) e 28 vagas para o cargo de Técnico Administrativo (remuneração inicial de R$ 4.760,18).

A aplicação das provas está prevista para o dia 2 de junho de 2013 nas cidades de Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB),Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO),Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Para os cargos de nível superior, o concurso público será constituído de duas etapas. Além das provas objetiva e discursiva, a segunda etapa será constituída pelo Curso de Formação Profissional, de caráter eliminatório e classificatório, com carga horária de até 160 horas.

Inscrições

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico da Cetro Concursos (www.cetroconcursos.org.br), no período entre 09 horas do dia 20 de março de 2013 e 16 horas e 59 minutos do dia 10 de abril de 2013, observado o horário oficial de Brasília (DF).

As taxas de inscrição serão de R$ 50,00 para os cargos de nível médio e de R$ 70,00 para os cargos de nível superior.

Fonte: Anvisa

A Anvisa publicou, sexta-feira (15/3), a norma que estabelece as Boas Práticas de Fabricação (BPF) para os produtos fitoterápicos tradicionais. Boas Práticas de Fabricação são regras que definem todos os procedimentos que devem ser adotados pelos fabricantes para a produção de um determinado produto.

O cumprimento das BPFs também são necessários para a obtenção do certificado pela Anvisa. A resolução RDC 13/2013 é a primeira regra voltada especificamente para os procedimentos de fabricação de produtos fitoterápicos tradicionais.

O novo texto tem aplicação imediata para os produtos que já existem no mercado e abre caminho para o estabelecimento de uma nova categoria de fitoterápicos que ainda está sendo discutida pela Anvisa. Na última semana, a Anvisa anunciou que vai debater novas regras de registro para o setor de fitoterápicos com a intenção de resgatar medicamentos de uso tradicional, valorizando a biodiversidade do país.

Os medicamentos fitoterápicos que não são notificados e não se enquadrarem na categoria de uso tradicional continuarão cumprindo a regra atual de BPF para medicamentos em geral, a resolução RDC 17/2010.

Confira a resolução RDC 13/2013.

“Ao persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado”. Já ouviu essa frase após o comercial de algum medicamento na TV? Ela alerta para um comportamento perigoso que é a automedicação com remédios livres de prescrição. Apostar em qualquer uma dessas drogas indicadas para diminuir dores, febres ou sintomas da gripe sem procurar um médico pode acabar mascarando uma doença e agravando o quadro do paciente.

“O principal risco está na pessoa fazer uso de medicamentos inadequados que, não correspondendo ao mal que deve ser combatido, podem mascarar um quadro clínico, agravando sua situação. Isso é muito comum em casos de apendicite, em que o indivíduo sente uma forte dor abdominal, podendo ser confundida com outros males. Nesse caso, o uso de um medicamento para dor amenizará os sintomas, podendo retardar o diagnóstico e evoluir para um quadro ainda mais delicado, como a apendicite supurada”, explica o endocrinologista do Hospital Belo Horizonte Dr. Celso Melo.

É preciso sempre lembrar que existem contraindicações muitas vezes não observadas antes de usar esses remédios. Além disso, alguns não podem ser usados em casos como a dengue. O uso indiscriminado também oferece riscos pois, apesar de não haver comprovação científica,  muitos pacientes relatam a diminuição do efeito do remédio com o uso excessivo. “Isso faz com que aumentem a dosagem sempre que forem tomar e esse é um comportamento muito arriscado. O Tylenol, por exemplo, usado em excesso pode levar a necrose do fígado”, alerta o especialista.

Portanto, o ideal é, mesmo para usar medicamentos livres de prescrição, consultar um médico. Contudo, caso ainda assim opte por usar algum remédio para amenizar sintomas, Dr. Melo aconselha uma medicação que já tenha costume de usar, como Dipirona ou Paracetamol. Mas, nesses casos, é imprescindível observar os sintomas e, não melhorando, procurar um médico.

“Qualquer analgésico simples poderia ser usado nos primeiros sintomas de uma determinada enfermidade. Mas é preciso observar a ocorrência dos sintomas e o período de realização do tratamento até a cura, pois em casos de uso muito prolongado sem sucesso, pode haver algo de errado . O uso de medicamentos gripais em quadros de infecção, como sinusite e pneumonia, vai retardar o diagnóstico, podendo piorar muito a infecção”, finaliza.

Fonte: UOL

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O Movimento Saúde+10 realizará um Ato em Defesa da Saúde Pública no dia 10 de abril, a partir das 9h, em frente ao Congresso Nacional. A iniciativa, que tem como objetivo reafirmar a necessidade de fortalecer o SUS público, universal e integral, deverá mobilizar e levar à capital federal cidadãos de diversos estados brasileiros.

 

 
Durante a  realização do Ato, será também anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular que assegura 10% do PIB para o orçamento da União na Saúde.
 
O movimento

 

 

Criado há um ano, o Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública tem como objetivo a coleta de 1,500 milhões de assinaturas em prol de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, alterando, dessa forma, a Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012.
 
A iniciativa visa agregar, de maneira contínua e crescente, entidades organizadas e as diversas instituições, abrangendo toda a sociedade, nas cidades e no campo, no esforço cívico de encaminhar à Câmara Federal tal quantidade de assinaturas para a execução do citado projeto.
 
Entende-se que a justeza dessa proposição alcançará milhões de mentes e consciências, em uma ampla mobilização nacional, de caráter suprapartidário, exigindo a definitiva priorização da saúde como bem maior de uma nação soberana, que cuida do seu povo e garante os seus direitos constitucionais.
 
Saiba como participar e assinar clicando aqui.
 
Serviço
Ato em defesa da Saúde Pública
Data: 10 de abril
Horário: 9h
Concentração: Em frente à Catedral Metropolitana de Brasília
 
Mais informações através do e-mail ou telefone da coordenação Nacional do Movimento:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e (61) 93009669.

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