Os produtos biossimilares são produtos biológicos registrados pela via de desenvolvimento por comparação com outro. Porém, ao contrário do que ocorre com os medicamentos sintéticos, onde o genérico substitui perfeitamente o medicamento de referência, o biossimilar pode não ser intercambiável com aquele em que foi baseado. Isso significa que a troca de um medicamento biológico com o mesmo princípio ativo precisa ser avaliada no contexto de cada paciente. Isso ocorre por questões específicas dos medicamentos biológicos.

O debate temático sobre medicamentos biossimilares foi realizado com participação da Anvisa, do Ministério da Saúde, do setor regulado, médicos e sociedades de pacientes.

A Anvisa entende que, para definição das diretrizes sobre intercambialidade e a possível substituição entre produtos biossimilares e o produto biológico comparador, deverão ser consideradas as especificidades e o estágio do tratamento, as características intrínsecas da resposta imunológica dos pacientes, o acesso e o uso racional dos medicamentos, dentre outros fatores.

A legislação utilizada para o registro de biossimilares no Brasil é a Resolução RDC 55, de 16 de dezembro de 2010. A norma define que para a aprovação de um biossimilar devem ser apresentados, dentre outros requisitos, estudos comparativos entre o biossimilar e o produto biológico comparador, contendo informações suficientes para predizer se as diferenças detectadas nos atributos de qualidade entre os produtos resultam em impactos adversos na segurança e eficácia do biossimilar.

Nas últimas décadas, os avanços relativos aos progressos tecnológicos da indústria farmacêutica proporcionam medicamentos cada vez mais eficazes e seguros. Nesse sentido, definições sobre as substituições de tratamentos pelos medicamentos biossimilares é mais um desafio da gestão das políticas públicas do Ministério da Saúde com o intuito de garantir o acesso e a utilização segura dos medicamentos. A Anvisa entende que aspectos importantes a serem considerados estão relacionados, mas não limitados, a custos, ampliação do acesso, ao conhecimento científico, a profissionais prescritores, pacientes e ditames da regulação sanitária.

Fonte: Anvisa

Publicado em 19/03/18

 

 

 

 

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais – Fhemig está com inscrições abertas até as 17h desta terça-feira, 20/03, para os profissionais interessados no Processo Seletivo Público Simplificado que irá realizar no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte. 

 

O cadastramento de currículos está sendo feito visando à contratação de farmacêutico, nutricionista e outras funções com entrada imediata ou para cadastro de reserva na unidade hospitalar. 

 

Após a inscrição e a entrega dos documentos, o processo será realizado em duas etapas de caráter eliminatório e classificatório, a análise curricular e entrevista técnico-comportamental conforme previsto no regulamento. Mais informações em editais no site www.fhemig.mg.gov.br

 

 Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig/ Informações Fhemig

 

Publicado em 19/03/18

 

 

 

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig sedia o próximo encontro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade de Belo Horizonte e Região Metropolitana que será realizado na terça-feira, 20/03, a partir das 19h. Ele foi reativado no ano passado com uma proposta de agenda de atividades atrativa tanto para profissionais da área de saúde, quanto para  entidades de classe e representantes da sociedade. O núcleo é coordenado pela psicóloga clínica e membro da Comissão de Psicologia Escolar do Conselho Regional de Psicologia de MG, Amanda Ferraz e pela também psicóloga, Luciana Amorim. 

O Sinfarmig vem apoiando o Fórum e participando das discussões que envolvem os impactos da medicalização na rotina das pessoas. O fenômeno da criação de novas patologias e a produção de novos medicamentos esteve em pauta em vários eventos em 2017. Foram formalizadas várias parcerias para estruturar o núcleo e promover o envolvimento dos cidadãos e a conscientização sobre os riscos da medicalização. 

O Fórum foi criado há cinco anos por representantes da área de saúde, mas passou um tempo inativo e foi retomado no ano passado. Ele existe em nível nacional e regional com núcleos espalhados por várias partes do estado e do Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 16/03/18

 

 

 

 

 

 

O Brasil inteiro completamente pasmo pergunta: quem matou Marielle Franco? 

 

Para entender a morte desta mulher, negra, mãe e filha da favela da Maré é importante saber como ela viveu. A história de Marielle Franco nasce em 1979, ano da anistia, da conciliação e da impunidade de militares e torturadores e é interrompida justo quando a ferida na democracia volta a sangrar. 

 

Das declarações já vistas, a que mais tem sintonia com a atualidade é dizer que morre Marielle Franco, 38 anos, e assim morre um pouco cada brasileiro. O assassinato repercutiu no Brasil e no mundo. Mestre e militante dos direitos humanos, ela foi a quinta vereadora mais votada nas últimas eleições com mais de 46 mil votos.

 

Que esta voz não seja calada, mas ganhe agora ainda mais ressonância. Que a consciência humana se sobreponha de modo que a classe social, o gênero, a raça e a cor deixem de ser fator de marginalização. Que a luta em defesa das minorias, dos oprimidos e dos excluídos se fortaleça até que ninguém mais viva à margem da sociedade. Coragem e resiliência para lutar, sempre. Marielle Presente!

 

Com estas palavras o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig registra um profundo pesar pelo brutal assassinato da vereadora, Marielle Franco, na noite da última quarta-feira, 14/03, no Rio de Janeiro. O Sindicato se solidariza com a família dela, do motorista Anderson Gomes, morto na mesma emboscada e de todos que perderam suas vidas lutando pelos direitos humanos.

 

Fonte: Diretoria do Sinfarmig

Publicado em 16/03/18

 

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