O ex-diretor e pesquisador do Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas), Rodrigo Corrêa-Oliveira, é um dos cinco brasileiros eleitos para integrar a Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento (TWAS, na sigla em inglês).

 

Os 46 novos integrantes foram anunciados durante a 25ª Assembleia Geral da TWAS, realizada em Mascate, capital do Sultanato de Omã, de 26 a 29 de outubro. Eles serão empossados durante a 26ª Assembleia Geral, em 2015. Os integrantes da TWAS têm a responsabilidade de atuar fortemente no desenvolvimento da ciência em países em desenvolvimento e promover a cooperação científica, fazendo, assim, cumprir a missão da instituição.  

Corrêa tem atuado no desenvolvimento de uma abordagem integrada em estudos sobre doenças humanas infecciosas e identificado os principais mecanismos imunológicos envolvidos em patologias graves e em respostas dos indivíduos com infecções por Schistosoma mansoni e Trypanosoma cruzi (doença de Chagas). Também trabalhou para o desenvolvimento de vacinas contra a ancilostomíase humana e leishmaniose visceral canina.  É membro titular da Academia Brasileira de Ciências.

A TWAS é uma academia de ciências global sediada em Trieste, na Itália, que trabalha pelo avanço da ciência e engenharia visando à prosperidade sustentável no mundo em desenvolvimento. Para ser membro da TWAS, é preciso ser integrante da Academia de seu respectivo país. A instituição tem como missão reconhecer, apoiar e promover a excelência em pesquisa científica no mundo em desenvolvimento, responder às necessidades de jovens cientistas em países onde a ciência é ainda incipiente e promover a cooperação em ciência, tecnologia e inovação.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) realizou, na última quinta-feira (20/11), a primeira operação de envio de bolsas de plasma armazenadas em sua fábrica, no município de Goiana-PE, para a França. Durante três dias, cerca de 25 pessoas envolvidas no processo fizeram a preparação e acondicionamento dos páletes no Bloco B-01, onde fica estocado o produto, além do carregamento de todos os volumes em caminhão refrigerado especial. Nessa primeira remessa foram organizados 20 páletes, contendo mais de 33 mil bolsas do produto. Todo o plasma será fracionado em medicamentos, como albumina e imunoglobulina, que retornarão ao Brasil e serão distribuídos gratuitamente ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O primeiro envio foi coordenado pela Gerência de Plasma e Hemoderivados (GPH) e acompanhado pelo presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho, e por profissionais do Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB), com quem a estatal vinculada ao Ministério da Saúde possui contrato de transferência de tecnologia. Isso significa que enquanto a unidade fabril da empresa está sendo construída, o laboratório é o responsável pela produção dos hemoderivados com o plasma brasileiro.

De Pernambuco, o carregamento terá como último ponto de parada no Brasil o Porto de Santos (SP), de onde seguirá para o laboratório europeu. “Foram mais de cinco meses trabalhando na parte logística dessa operação, porque ainda é difícil encontrar empresas nacionais que realizem o transporte da maneira adequada. Tudo foi bastante estudado, planejado e pensado para evitar qualquer perda ou prejuízo ao plasma, que é um produto extremamente sensível e valioso”, revelou a analista de Logística do LFB, Natalia Valles.

Para Eleonora Pires, farmacêutica e especialista em Produção de Hemoderivados e Biotecnologia da Hemobrás, a operação foi a conclusão de uma etapa muito aguardada. “Nossa atuação envolve o recebimento, triagem e formação dos lotes de plasma para exportação. Faltava esta última etapa para fechar o ciclo de B-01. Agora que concretizamos, tenho a certeza de dever cumprido. Fiquei muito emocionada com mais essa conquista”, comemorou.

Após a chegada dos paletes em São Paulo, serão agendadas as próximas coletas do material em Goiana. A previsão é que até o final deste ano ocorram mais duas remessas de plasma ao exterior.
 

Fonte: Hemobrás

A Comissão da Farmacopeia Brasileira e a Superintendência de Medicamentos da Anvisa por meio da Coordenação da Farmacopeia Brasileira (Cofar/Sumed) convidam os interessados para participar do 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira, que acontecerá nos próximos dias 3 e 4 de dezembro, no auditório da Anvisa.

As inscrições para o 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira devem ser feitas até a próxima terça-feira (25/11) pelo e-mail,Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada.

A iniciativa do 8º Encontro Anual tem por objetivo promover palestras e debates sobre assuntos relacionados à Farmacopeia Brasileira. O evento contará com palestrantes colaboradores da Farmacopeia Brasileira e servidores da Anvisa.

A expectativa é reunir cerca de 100 profissionais da área farmacêutica, membros da academia, representantes do setor regulado e servidores da Anvisa, no auditório da Agência, que fica no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 5, Área Especial 57.

Confira o programa do 8° Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira


http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/3474c300465235c3bfc3ff419d65ea09/PROGRAMA%C3%87%C3%83O%2B8sem%2Bmoderador.pdf?MOD=AJPERES

Fonte: Imprensa Anvisa

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite acaba na próxima sexta-feira (28). A imunização começou no dia 8 de novembro em todo o país.


Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o momento, 6,4 milhões de crianças receberam a dose contra a pólio, o que representa 50,4% da meta estabelecida. No caso do sarampo, 5,1 milhões de crianças foram vacinadas – cerca de 48,1% do público-alvo.

A meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a pólio crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. A recomendação é que todas as crianças nessa faixa etária sejam imunizadas, já que a dose vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada quanto para reforçar a de quem está com o calendário em dia.

No caso do sarampo, a vacinação será feita em crianças entre 1 e 5 anos incompletos. Cerca de 10 milhões de crianças devem ser imunizadas com a tríplice viral, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Para crianças com alergia ao leite de vaca, a vacinação será feita posteriormente.

A campanha conta com a participação de mais de 350 mil profissionais de saúde e de 42 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais, para garantir a vacinação em locais de difícil acesso. “Vale ressaltar que, para garantir que o esquema básico seja cumprido, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos do Sistema Único de Saúde”, informou o ministério.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave e a única forma de prevenção é por meio da vacina. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. A única forma de prevenção também é por meio da vacina.

Fonte: Agência Brasil  - Paula Laboissière


A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite acaba na próxima sexta-feira (28). A imunização começou no dia 8 de novembro em todo o país.


Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o momento, 6,4 milhões de crianças receberam a dose contra a pólio, o que representa 50,4% da meta estabelecida. No caso do sarampo, 5,1 milhões de crianças foram vacinadas – cerca de 48,1% do público-alvo.


A meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a pólio crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. A recomendação é que todas as crianças nessa faixa etária sejam imunizadas, já que a dose vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada quanto para reforçar a de quem está com o calendário em dia.


No caso do sarampo, a vacinação será feita em crianças entre 1 e 5 anos incompletos. Cerca de 10 milhões de crianças devem ser imunizadas com a tríplice viral, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Para crianças com alergia ao leite de vaca, a vacinação será feita posteriormente.


A campanha conta com a participação de mais de 350 mil profissionais de saúde e de 42 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais, para garantir a vacinação em locais de difícil acesso. “Vale ressaltar que, para garantir que o esquema básico seja cumprido, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos do Sistema Único de Saúde”, informou o ministério.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave e a única forma de prevenção é por meio da vacina. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.


Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. A única forma de prevenção também é por meio da vacina.


Fonte: Agência Brasil  - Paula Laboissière

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