Os diretores do Sinfarmig: Silvana Boson, Rilke Públio e Júnia Lelis participaram, no sábado (24), de evento promovido na Praça JK, em BH, pela Associação dos Farmacêuticos Magistrais de MG – Anfarmag. Na foto, os três diretores estão acompanhados da presidente da entidade, Andrea Vilela (primeira à direita).  


Durante o evento, foram distribuídos informativos sobre a Campanha de Assistência Farmacêutica à população, esclarecendo sobre o uso racional de medicamentos. Também foram feitas medição de glicose e checagem de pressão arterial.

Na última semana, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) se reuniu com o Fundo Nacional de Saúde (FNS) para iniciar o Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho do Ministério da Saúde. O FNS foi a área priorizada para realizar o projeto piloto.

 

O objetivo desse trabalho é desenvolver o binômio tecnologia-metodologia para o dimensionamento da força de trabalho do Ministério da Saúde, uma vez que é considerado um instrumento de fundamental importância para qualificar o planejamento de pessoal na organização, para subsidiar as negociações de recomposição da força de trabalho, bem como para responder às diversas recomendações recebidas dos órgãos de controle.

 

A realização desse projeto de pesquisa prevê o desenvolvimento e a aplicação de uma metodologia de dimensionamento da força de trabalho própria para o Ministério da Saúde, considerando suas especificidades e necessidades, e terá como resultado a quantidade e o perfil de servidores necessários por Coordenação Geral.

 

O projeto está sendo executado em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). Após a realização do piloto no FNS, o projeto será realizado nas demais áreas da Secretaria Executiva (SE) e, posteriormente, nas demais áreas do MS em Brasília e em dois Núcleos Estaduais.

Fonte: Blog da Saúde

Após se reunir com a CUT, Miguel Rossetto disse que, direitos como o seguro desemprego, salário mínimo, férias e aposentadoria são conquistas civilizatórias.

 

O ministro Miguel Rossetto, da Secretaria Geral da Presidência da República, reafirmou neste final de semana que direitos trabalhistas como seguro desemprego, salário mínimo, férias e aposentadoria, entre outros, são cláusulas pétreas e conquistas dos trabalhadores brasileiros. Na sexta-feira (23), Rossetto recebeu  do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, um convite para participar do lançamento do congresso nacional da entidade que será realizado no dia 5 de março, em Brasília.

 

Neste encontro também foi confirmada a data da nova reunião do governo federal com as centrais sindicais: será no dia 3 de fevereiro em São Paulo e na pauta estão as medidas provisórias sobre Previdência Social e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Rossetto garantiu que o governo federal está aberto ao diálogo e neste encontro pretende escutar as opiniões e propostas das lideranças sindicais, que marcaram para a próxima quarta-feira (28) um dia nacional de luta em defesa do emprego e dos direitos trabalhistas.

 

Após a conversa com Vagner Freitas, Miguel Rossetto reafirmou o compromisso de preservar os direitos dos trabalhadores. “O seguro-desemprego é cláusula pétrea. Assim como o salário mínimo, jornada de trabalho, férias e aposentadoria fazem parte do núcleo duro dos direitos dos trabalhadores e representam conquistas civilizatórias”.

 

Segundo Rossetto, as medidas provisórias sobre Previdência Social e o FAT preservam  esses direitos e buscam responder às "grandes e positivas mudanças ocorridas no mercado de trabalho e na renda dos trabalhadores”. Nos últimos dez anos, assinalou, cerca de 30 milhões de pessoas passaram a fazer parte do sistema previdenciário e de proteção social, o salário mínimo, que é a base desse sistema, teve aumento real de 73% e a expectativa de vida dos brasileiros também melhorou.

 

Ainda na sexta-feira, Rossetto recebeu lideranças dos movimentos nacionais de luta pela moradia. Nesta reunião, o ministro garantiu o prosseguimento dos trabalhos da Mesa de Moradia, que reúne, sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência, representantes de movimentos nacionais de luta pela moradia e órgãos do governo federal como o Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal, a Secretaria de Patrimônio da União e o Ministério do Planejamento. Participaram da conversa representantes da Central de Movimentos Populares, Confederação Nacional das Associações de Moradores; Movimento Nacional de Luta pela Moradia e União Nacional por Moradia Popular.

 

Dia Nacional de Luta por Empregos e Direitos

 

A CUT, juntamente com as demais centrais sindicais e movimentos sociais, promove no dia 28 de janeiro, em todo o país, o Dia Nacional de Luta por Empregos e Direitos. A mobilização nacional tem como objetivo principal a garantia dos empregos, a manutenção e ampliação de direitos e impedir que a agenda derrotada nas eleições presidenciais de 2014 seja colocada em prática, com medidas que provoquem arrocho, recessão e desemprego.

 

As entidades organizadoras do Dia Nacional de Luta garantem que não permitirão que as conquistas sociais e trabalhistas dos últimos 12 anos sejam colocadas em risco por medidas de ajuste fiscal, a exemplo do que ocorreu em diversos países da Europa nos últimos anos.

 

Fonte: Carta Maior /  24/01

A epidemia, cujo primeiro caso aconteceu em dezembro de 2013 na Guiné Conakri, se expandiu ao resto do país e cruzou as fronteiras da Libéria e Serra Leoa, onde infectou perto de 22 mil pessoas e matou quase 9 mil


Genebra – A epidemia de ebola na África Ocidental demonstrou que o mundo não está preparado para fazer frente a emergências de saúde de alcance internacional, disse ontem (25) a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, que pediu a construção de novos sistemas de defesa. "O volátil mundo virológico sempre trará surpresas. Mas nunca mais o mundo deveria ser surpreendido sem preparação para fazer frente a uma ameaça virótica", afirmou.


"Peço a todos que usem a epidemia de ebola como uma oportunidade de construir um sistema de defesa mais forte para proteger a segurança sanitária global", acrescentou Margaret, em seu discurso perante o Comitê Executivo da instituição, que hoje se reúne de forma extraordinária para avaliar a epidemia de ebola em África Ocidental.


Uma epidemia cujo primeiro caso aconteceu em dezembro de 2013 na Guiné Conakri, e desde ali se expandiu ao resto do país, e cruzou as fronteiras da Libéria e Serra Leoa, onde infectou quase 22 mil pessoas e matou quase 9 mil.


É a terceira vez na história da OMS que o Comitê Executivo se reúne de forma extraordinária, e a primeira que faz para debater uma situação epidêmica.


A diretora-geral disse que são necessários programas nacionais e internacionais de preparação, e assumiu que a organização que dirige também deve fazer uma reforma para poder responder com eficácia e prontidão a uma situação similar.


"Na crise sobre a gripe pandêmica, já nos demos conta que o mundo não estava bem preparado. Agora com o ebola isso foi confirmado. A OMS sabe reagir bem aos surtos localizados, mas não a uma epidemia de alcance mundial", confessou.

De fato, Margaret assumiu minutos antes que a resposta ao ebola "tanto do mundo como da OMS tinha sido lenta demais", o que devia servir como lição para futuras emergências. Além disso, lamentou que não foi possível contar com remédios e nem vacinas para uma doença conhecida há 40 anos. "Necessitamos de planos de contingência mundiais de forma urgente."

O comitê é formado por 34 representantes dos Estados-membros e suas funções principais são assessorar ao organismo, assegurar que as decisões da Assembleia Mundial da Saúde sejam implementadas, e preparar a agenda de trabalho.


Durante a sessão de hoje, espera-se que o Comitê Executivo avalie o que foi realizado até agora para atalhar a epidemia, e formule recomendações para impulsionar medidas suplementares para acabar com o surto.


Além disso, espera-se que seja debatido sobre como poder reforçar as capacidades da OMS para poder responder de forma mais rápida e efetiva a emergências sanitárias como a do ebola.

Na sexta-feira, o diretor-geral adjunto encarregado da resposta ao ebola, Bruce Aylward, anunciou que ainda 50% das novas infecções provêm de cadeias de contágio desconhecidas, o que demonstra que há múltiplos focos sem controle.

Além disso, segue havendo transmissão intensa nas três capitais, onde o controle do contágio é muito mais difícil dada a quantidade e mobilidade das pessoas e o menor controle social.

Por sua parte, o enviado especial da ONU para o ebola, David Nabarro, que também discursou perante o comitê, reiterou que a ONU não conta com bilhões de dólares para poder continuar com os trabalhos de resposta nos próximos seis meses.

Fonte: Agência EFE – Reproduzido de Rede Brasil Atual

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