A Anvisa proibiu a distribuição e comercialização de três suplementos vitamínicos em todo território nacional. A razão é que os produtos não têm segurança e eficácia comprovada pela a  Anvisa e as composições dos produtos não estão especificadas na Farmacopeia Brasileira ou em outras Farmacopeias oficiais e ou do Food Chemical Codex, compêndio internacional de qualidade aprovada para alimentos.

 

Os suplementos proibidos são: Suplemento Mineral Cromo da fábrica Maxinutri Laboratório Nutraceutico Ltda-ME, o Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus e Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior da fábrica Eurofarma Laboratórios S.A.

 

No caso do Suplemento Mineral Cromo, a proibição foi motivada pela presença da substância cromo glicina complexado. No Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus, foi encontrada a substância nicotinato glicinato de cromo e selênio glicina. No terceiro Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior havia a substância nicotinato glicinato de cromo e glicinato de selênio. Nenhuma das substâncias têm comprovações de segurança para o consumo humano.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

O medicamento Reutrite (diclofenaco potássico) 50 mg, comprimido revestido com validade de 24 meses, fabricado pela Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda., teve determinação de suspensão de distribuição, comercialização e uso em todo o território nacional

 

O medicamento foi suspenso por não apresentar resultados dentro das especificações no ensaio de dissolução e pela empresa pedir para reduzir o prazo de validade de 24 meses para 12 meses.

COLEGA FARMACÊUTICO,
 

O Sinfarmig realizou, neste ano de 2015, diversas assembléias referentes à campanha salarial de Farmácias, Drogarias e Distribuidoras.

 
No dia 27/01, demos início à campanha salarial 2015 e fizemos a primeira assembléia em Belo Horizonte e depois em Varginha, Divinópolis, Montes Claros, Uberlândia e Ipatinga para que o processo de construção da pauta fosse democrático e todos os farmacêuticos mineiros pudessem contribuir. Nós também acolhemos dezenas de e-mails enviados pelos farmacêuticos ao Sinfarmig com sugestões de pauta.

 
A pauta construída pelos farmacêuticos foi revisada pela assessoria jurídica do SINFARMIG e protocolada no dia 23 de fevereiro no Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sincofarma Minas.

 
Ao fazer a entrega do documento aos empregadores, o Sinfarmig reiterou o pedido de urgência para a marcação da primeira reunião para que seja dado início às negociações coletivas.
 

Entre as principais reivindicações estão o reajuste com base no INPC/IBGE, piso salarial fixado em R$3.500,00 (carga horária de 40h semanais), R$3.850,00 (carga horária de 44h semanais) e melhorias nas cláusulas sociais.
 

Vale lembrar que estamos no momento mais importante da campanha e por isso conclamamos toda a categoria a participar conosco das reuniões de negociação.  A sua participação nas reuniões de negociação é fundamental para avançarmos e  garantirmos nossos direitos e conquistarmos uma Convenção Coletiva mais justa e digna.
 

Fique atento à divulgação da data da primeira reunião, esta e qualquer novidade serão divulgadas no site www.sinfarmig.org.br
 

Participe conosco!!!

Emenda que concede maior liberdade na administração de recursos destinados a pesquisas já está aprovada e terá sessão solene no próximo dia 26

 

O Congresso Nacional realizará sessão solene na próxima quinta-feira (26), às 11 horas, para promulgar a Emenda Constitucional (EC) 85, que estimula o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação. A sessão ocorrerá no plenário do Senado.
Aprovada em abril pela Câmara e em dezembro pelo Senado, a emenda é proveniente da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 290/13, da deputada Margarida Salomão (PT-MG), que muda vários dispositivos constitucionais para melhorar a articulação entre o Estado e as instituições de pesquisa públicas e privadas.

 

A intenção é impulsionar a pesquisa nacional e a criação de soluções tecnológicas que melhorem a atuação do setor produtivo.

 

Uma das novidades é a ampliação das entidades que poderão receber apoio financeiro do poder público. Atualmente, apenas as atividades universitárias de pesquisa e extensão podem receber esse apoio. Com a emenda, além das universidades, poderão ser apoiadas as instituições de educação profissional e tecnológica.

 

A emenda também estabelece, como nova função do Estado, o estímulo à articulação entre os entes do setor, tanto públicos quanto privados, na execução das atividades de pesquisa, capacitação científica e tecnológica e inovação. O Estado promoverá também a atuação no exterior dessas instituições.

 

Para melhorar o intercâmbio de conhecimentos, o texto permite a cooperação das esferas de governo (União, estados, Distrito Federal e municípios) com órgãos e entidades públicas e privadas.

 

Com o objetivo de tornar mais maleável a busca das metas científicas estabelecidas, a emenda concede maior liberdade na administração dos recursos destinados a pesquisas, ao permitir seu remanejamento ou transferência de uma categoria de programação para outra sem a necessidade da autorização legislativa prévia.

 

A PEC surgiu dos debates em torno do PL 2177/11, o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Os parlamentares perceberam que seriam necessárias atualizações na Constituição para amparar melhor as mudanças previstas no projeto. O PL foi aprovado em comissão especial, no ano passado, e aguarda votação no Plenário. Conheça a nova redação e a justificativa do projeto aqui

 

Fonte: Abrasco

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