A Anvisa suspendeu, em todo o território nacional, a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso dos produtos Espinheira Santa, Menoflora, Anti-depressivo, Energiflora, 30 Ervas Emagrecedor.

 


Os produtos foram fabricados por Flora Brasil Produtos Naturais. A empresa não possui Autorização de Funcionamento na Anvisa. Por isso, todos os produtos comercializados por ela estão irregulares.

 

A Anvisa determinou a apreensão e inutilização das unidades encontradas no mercado dos produtos citados.

 

A medida está na Resolução nº 981, publicada nesta segunda-feira (30/3) no Diário Oficial da União (DOU).

 

A Anvisa também determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto 100 Fórmiguinha baratas e lesmas, conteúdo 30 ml, fabricado por empresa desconhecida.

 

Foi identificado em estabelecimento agropecuário da região da cidade de Cascavel/PR o produto sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa.

 

A medida está na Resolução nº 979, também publicada nesta segunda-feira (30/3) no DOU.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

A Coordenação de Segurança Institucional iniciou um processo de investigação para apurar denúncias de estelionato, em que terceiros estariam tentando se passar por funcionários da Anvisa.

 

Segundo as denúncias, um falsário telefona para diretores de empresas do setor regulado pela Agência e alega falar em nome do Diretor-Presidente da Anvisa. Quando não tem êxito no contato telefônico, deixa um dos telefones da Agência para o retorno da ligação.

 

A Coordenação de Segurança Institucional já acionou os órgãos policias para procederem à investigação do caso.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

A tragédia do voo 9525 da Germanwings trouxe o tema suicídio para o centro dos debates nos últimos dias, mas no Brasil esse tipo de morte já causa tragédias diárias.

 

Todos os dias, cerca de 28 brasileiros se suicidam e, para cada morte, há entre 10 e 20 tentativas. Em número de mortes, é como se a cada cinco dias um avião caísse sem deixar sobreviventes.

 

O suicídio é um grave problema de saúde pública que recebe pouca atenção não só do poder público como da sociedade de uma forma geral. Há muitos mitos e tabus em torno do tema.

 

O primeiro deles é achar que pessoas que falam em suicídio só o fazem para chamar a atenção e não pretendem, de fato, terminar com suas vidas. Isso não é verdade. Fique ligado se um amigo ou parente manifestar esse desejo. Se a pessoa já tentou uma vez o suicídio, está muito vulnerável a tentar de novo e conseguir.

 

Também é preciso ficar atento ao estrago que mudanças inesperadas, como perda de emprego ou fim de um casamento, podem causar na vida de uma pessoa. Pessoas fragilizadas por depressão ou outro problema psiquiátrico nem sempre têm condições emocionais para encararem esses trancos da vida.

 

As estatísticas mostram que quase 100% das pessoas que se matam enfrentavam algum problema mental. Depressão e consumo de álcool e drogas são responsáveis pelo maior número de mortes.

 

Por isso, é preciso ficar atento quando a pessoa não demonstra interesse na vida ou nos outros, quando o vê o mundo em preto e branco e fica muito voltada para ela mesma.

 

Outra falsa ideia é de que a depressão atinge mais pessoas adultas. A taxa de suicídio de adolescentes com idades entre 10 e 14 anos aumentou 40% nos últimos 10 anos e 33% entre aqueles com idades entre 15 e 19 anos, segundo o Mapa da Violência 2014.

 

Segundo os psiquiatras, o adolescente pode apresentar sintomas diferentes por não conseguir expressar seus sentimentos de uma forma clara. Ele pode se trancar no quarto, não vai falar com ninguém, e isso vai ser entendido como fenômeno da adolescêncianormal.

 

O que nós, leigos, podemos fazer para ajudar, além de sugerir a ida dessa pessoa a um profissional de saúde? Olhar mais à nossa volta, enxergar de fato nossos amigos e familiares. Conversar mais, ouvir mais. Muitas vezes a pessoa que pensa em se matar só precisa ser ouvida. Reside aí o grande sucesso do trabalho do CVV que, aliás, está com uma campanha nova.

Nota técnica do Inep diz que farmácia universitária é obrigatória nos cursos de graduação.

 

Pensando na preparação de futuros profissionais da área da saúde, entre os quais, os farmacêuticos, a Diretoria Nacional de Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no dia 4 de março, a Nota Técnica DAES/INEP nº 008/2015. Entre as principais mudanças anunciadas no Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), está a obrigatoriedade da estruturação da Farmácia Universitária para os cursos de Farmácia.

 

A partir da publicação da nota técnica, todos os cursos de Farmácia precisam, obrigatoriamente, preencher esse pré-requisito em sua infraestrutura. A medida foi comemorada pelos representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que tem defendido essa exigência como fundamental para a maior qualidade na formação dos novos farmacêuticos. “A partir da publicação da nota técnica, iniciamos uma nova etapa da trajetória da formação farmacêutica. Com satisfação, vimos o MEC alinhar-se às aspirações do Conselho”, comenta o professor William Peres, integrante da Comissão de Educação Farmacêutica (Caef) do CFF.

 

Para Zilamar Costa Fernandes, assessora da Presidência do CFF e também integrante da Caef, a medida é justa e necessária, especialmente diante das mudanças impostas com a publicação da Lei 13.021. Em vigor desde agosto do ano passado, a Lei transforma farmácias e drogarias em unidades de assistência farmacêutica e à saúde, ampliando a gama de serviços ofertados à população. “Precisávamos adequar a formação dos farmacêuticos a essa nova realidade. Os egressos da graduação devem ser capazes de atender às expectativas da sociedade a partir da nova legislação, que reforça a atuação clínica do farmacêutico.”
 

 

Na prática, as mudanças de indicadores realizadas nos Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação de Farmácia são o resultado da inserção da legislação profissional farmacêutica como referência para os avaliadores dos cursos in loco do Inep e da revisão de vários elementos nas diferentes dimensões de análise. A farmácia universitária passa a ser avaliada como um cenário de práticas e de estágios efetivos dos estudantes nas instituições superiores de ensino, de modo pleno e eficaz, e também como um laboratório didático especializado de ensino, pesquisa e extensão.

 

O presidente do CFF, Walter Jorge João, assinala que o Conselho tem se empenhado para resgatar a essência da Farmácia, que é o cuidado ao paciente. “Como entidade que desencadeou o movimento de criação do Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica, como uma das instituições que atuou na linha de frente da batalha pela aprovação da Lei 13.021/14, o CFF vê como necessária e urgente a adequação das farmácias-escolas. “Os cursos de graduação devem isso à sociedade.”
 

 

Walter Jorge João acrescenta que a reestruturação da farmácia-escola, transformada em farmácia universitária, consolida uma formação mais próxima da realidade. “O ensino não pode estar dissociado da prática farmacêutica no mercado de trabalho, que hoje vivencia um movimento importante na direção da atuação clínica e do cuidado ao paciente.” Essa reestruturação representa uma mudança muito importante nos indicadores de qualidade dos cursos de Farmácia, argumenta Walter Jorge João.
 

 

Fonte: Comunicação CFF

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