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Em uma concorrida audiência pública promovida nesta sexta-feira (08), pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Contagem, o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sinfarmig ocupou a tribuna da Câmara dos Vereadores e apontou, de forma didática, artigo por artigo, os riscos que a proposta de mudança, feita pelo poder executivo ao publicar o Decreto 452 em janeiro de 2015, pode trazer para a Política de Assistência Farmacêutica que certamente irá gerar dificuldades de acesso aos medicamentos neste importante município da Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

 

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A audiência foi convocada pelo Vereador Rodinei Ferreira (PT) que vem acompanhando esta tentativa equivocada de gestão que transfere a dispensação dos medicamentos básicos que é feita pelas Farmácias Distritais para o setor privado de farmácias e drogarias, sem ter feito nenhuma discussão com a população do município, desconhecendo o Conselho Municipal de Saúde e a Câmara dos Vereadores.

O Sinfarmig reafirmou sua posição contra o decreto desde que ele foi publicado inclusive acionando o Ministério Público, tanto na Promotoria da Saúde quanto na Promotoria de Defesa do Patrimônio Público argüindo a clara inconstitucionalidade do decreto ao transferir irresponsavelmente para o setor privado atividades de responsabilidade da gestão pública.

O recinto estava completamente tomado pela população de Contagem com representantes vindos de várias regiões do município e também por vários farmacêuticos, servidores do município, todos preocupados com os rumos que pode tomar a Assistência Farmacêutica no município de Contagem.

Ao final da audiência, foi aprovada a formação de uma comissão composta por vereadores, sindicatos, Ministério Público, usuários, gestores e profissionais de saúde para debater os equívocos legais e operacionais do Programa Proposto.

O Sinfarmig irá participar desta comissão e tudo fará para que esse programa morra no nascedouro, isto é, não seja implementado.

 

 Assim que acontecer a primeira reunião iremos divulgar os encaminhamentos, acompanhem!

 
 
 
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A Anvisa determinou a apreensão e inutilização dos lotes 1200168 e1100098 do medicamento Desobesi (cloridrato de femproporex)  e do lote 0805720 do medicamento Dualid (cloridrato de anfepramona). Os lotes dos produtos são falsos.

 

A empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A., que detinha o registro desses medicamentos antes do cancelamento determinado pela Agência, foi informada da falsificação e notificou a Anvisa.

 

A medida está na Resolução nº 1.423, publicada nesta terça-feira (12/5) no Diário Oficial da União (DOU).

A Anvisa realizou interdição cautelar dos lotes 0083901 e 86972 do produto Creme Alisante Tioglicolato Forte da marca Salon Line Professional produzidos pela empresa Devintex Cosméticos Ltda.

 

Os laudos emitidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) mostraram resultados insatisfatórios nos ensaios de teor de ácido tioglicólico.

 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – Sinfarmig -  tem atuado incansavelmente junto aos gestores públicos municipais em defesa de mais e melhores empregos para os farmacêuticos na Assistência Farmacêutica pública em suas diversas possibilidades de atuação.

 

As prefeituras são entidades autônomas com o poder de fixar os vencimentos do seu pessoal, mas como farmacêuticos ficamos indignados com os baixíssimos salários oferecidos por alguns municípios mineiros. O Sinfarmig toma essa providência – de entrar em contato com os prefeitos das cidades - até mesmo no sentido de zelar por uma saúde pública de qualidade porque é preciso que o farmacêutico seja remunerado dignamente para conseguir prestar serviços com tranqüilidade à população. 

 

Assim, nesta semana, o Sindicato enviou ofício às prefeituras de Santa Rosa da Serra e Santo Antônio do Aventureiro notificando-os sobre os irrisórios vencimentos anunciados em concursos e processos seletivos para contratação de farmacêuticos.

 

O Sinfarmig ressalta aos gestores municipais que os valores propostos não condizem com as responsabilidades e seriedade do trabalho farmacêutico que é responsável pela estratégia terapêutica mais importante e recorrente em todos os serviços de saúde do município que é a terapêutica medicamentosa.

 

O Sindicato reitera mais uma vez aos prefeitos, a devida atenção e providências para se corrigir a defasagem salarial do farmacêutico nos concursos e processos seletivos para que o profissional tenha condições dignas de desempenhar suas atividades.

 

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