A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (6) no Diário Oficial da União suspende a distribuição, a comercialização e o uso do lote AX4144A2D (validade até setembro de 2016) do medicamento Amoxicilina 500 mg cápsulas, fabricado pela empresa Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Ltda.

 

De acordo com o texto, o próprio fabricante encaminhou à agência comunicado de recolhimento voluntário do produto em razão de desvio de qualidade por presença de corpo estranho em um blister (embalagem) lacrado do lote.

 

A Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Ltda. informou que já encaminhou uma carta a todos os clientes e estabelecimentos que receberam o lote, orientando sobre a devolução do medicamento.

 

Fonte: Agência Brasil

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que se refere às famílias de menor renda (de até 2,5 salários) ficou em 0,85% em junho, queda de 0,1 ponto percentual em comparação a maio. A inflação acumulada para as famílias nesta faixa de renda no primeiro semestre do ano foi 7,21%. A taxa acumulada nos últimos doze meses ficou em 9,52%.  O IPC-C1 foi divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

 

Apesar da queda de junho, o IPC-C1 fechou com variação superior ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação das famílias com rendimento de até 33 salários. Em junho, O IPC registrou variação de 0,82%. Na taxa anualizada, o resultado acumulado dos últimos 12 meses,  o IPC-C1 também registrou resultado superior ao IPC acumulado dos últimos 12 meses: 9,52%. O resultado é 0,37 ponto percentual superior ao índice das famílias de menor renda.

 

Os dados da FGV indicam que quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: saúde e cuidados pessoais (1,54% para 0,64%); alimentação (1,16% para 1,02%); habitação (1,16% para 0,97%); e vestuário (0,81% para 0,32%).

 

Em contrapartida, os grupos transportes (-0,19% para 0,29%); despesas diversas (1,53% para 2,36%); educação, leitura e recreação (0,36% para 0,77%); e comunicação (-0,30% para 0,37%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

 

Fonte: Agência Brasil

Na quinta-feira (2/7), o Official Journal of the European Union publicou o reconhecimento da equivalência do controle brasileiro ao padrão europeu aplicado a insumos farmacêuticos. Com isso, fica reconhecido que a regulação estabelecida pela Anvisa, os procedimentos empregados pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), bem como os controles e ações de verificação de cumprimento aplicáveis no Brasil atingem nível de proteção equivalente ao adotado pela União Europeia.  Assim, o Brasil foi oficialmente incluído na lista de países com equivalência nos controles de insumos farmacêuticos.

 

Aqueles países não incluídos na lista que desejam exportar para a União Europeia, além dos controles e certificações exigidas pela legislação nacional, devem ainda emitir certidão (written confirmation) garantindo que os insumos farmacêuticos atendem a todos os requisitos europeus.

 

Além de simplificar e agilizar o processo de exportação brasileira de insumos farmacêuticos para o mercado europeu, esse resultado fortalece a imagem brasileira tanto do setor farmacêutico, quanto do SNVS. Até hoje, faziam parte da lista de equivalência com a União Europeia somente a Austrália, o Japão, a Suíça e os Estados Unidos. Agora, Brasil e Israel foram incluídos nesse rol.

 

Esse resultado foi obtido após negociações bilaterais e a realização de duas auditorias da União Europeia no Brasil, uma em 2013 e outra em 2014. Nacionalmente, a coordenação do processo de negociação e auditoria coube à Anvisa. A participação e o engajamento das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foi decisivo para o resultado positivo da auditoria.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

São Paulo – Nos próximos 15 anos, cerca de 250 mil pessoas devem morrer em consequência da poluição atmosférica, de acordo com dados da nova pesquisa de Poluição Atmosférica e Doenças Respiratórias, divulgada pela Universidade de São Paulo (USP).

 

Segundo a pesquisadora Mariana Matera Veras, existem diversos fatores de risco, porém, a poluição é o mais perigoso. “A poluição é um fator de risco maior do que o tabagismo, sedentarismo e o consumo excessivo de sódio”, afirmou em entrevista à TVT.

 

A pesquisa da USP mostra que a poluição pode ser devastadora para a saúde pois piora os sistemas cardiorrespiratórios, aumenta o risco de infarto, diminui a fertilidade entre homens e mulheres e prejudica o desenvolvimento dos bebês durante a gravidez. Hoje, a poluição faz mais vítimas do que o câncer de mama, a Aids e acidentes de trânsito. “Não existe nenhum método que possamos usar para evitar a exposição, ela é inevitável, porém, é possível prevenir diminuindo os níveis de poluentes.”

 

Os mais prejudicados pela poluição são crianças, idosos e pessoas que trabalham nas ruas. As cinco principais capitais do país gastam em média R$ 460 milhões por ano com tratamentos e internações decorrentes da poluição. Até 2030, um milhão de brasileiros devem ser internados, e esse número só será menor se a frota de carros nas ruas diminuir em grande escala, já que 90% da poluição é causada por veículos motorizados.

 

“Não existe nenhum método que possamos usar para evitar a exposição, ela é inevitável, porém, é possível prevenir diminuindo os níveis de poluentes”, explica. "Individualmente, a nossa missão é tentar diminuir o uso do automóvel e favorecer os meios de transporte coletivo", diz Mariana.

 

Fonte: Rede Brasil Atual

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