Realizada segunda reunião de negociação coletiva
 

 

A segunda reunião de Negociação Coletiva entre Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e Sindicato dos Laboratórios de Análises Clínicas, Patologia, Pesquisas e Análises Clínicas de Minas Gerais (SindLab) foi realizada na última sexta-feira, dia 17 de julho.
 

 

O Sinfarmig reivindicou que o reajuste para os farmacêuticos analistas clínicos seja o INPC 8,34%, este valor corresponde às perdas salariais verificadas no período de 01 de maio de 2014 a 30 de abril de 2015, foi reivindicado também 5% de ganho real. O sindicato patronal ofereceu reajuste de salários pelo Índice Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), alegando que esse é o reajuste possível para os empresários pagarem e não o verificado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
 

 

O Sinfarmig insistiu também no reajuste do vale-refeição de acordo com os índices de inflação verificados no período porque entende que o poder de compra dessa verba salarial também perdeu valor para a inflação. A proposta de reajuste do vale-refeição está sendo avaliada pelo SindLab que deverá dar uma posição na próxima rodada de negociações.
 

 

Uma nova reunião para retomada da negociação coletiva entre Sinfarmig e SindLab será marcada entre os dois sindicatos nos próximos dias.    
 

 

Confira algumas das reivindicações dos colegas farmacêuticos:

 

•    Adicional de 25% para o RT

•    Ticket refeição ou vale alimentação  de R$20,00    

•    Conta salário (Pagamento obrigatório em depósito bancário)

•    INPC de 8,34% + 5% de ganho real

 

 

 

Lembrando que a data-base de Análises Clínicas é 1º de maio e assim que forem concluídas as negociações e homologada a nova CCT do setor de Análises Clínicas, o reajuste será retroativo ao mês de maio de 2015.    

A Anvisa aprovou o registro de um novo genérico cuja substância ainda não tem concorrente no mercado. Trata-se do registro do deferasirox comprimido dispersível, que é utilizado para remover o excesso de ferro do organismo. É utilizado para tratar a sobrecarga de ferro causado por repetidas transfusões de sangue.

 

Com a aprovação, pacientes e médicos terão uma nova opção de tratamento a um custo mais acessível, uma vez que os genéricos chegam ao mercado com um preço menor que o preço de tabela dos medicamentos de referência.

 

A concessão do registro significa que esse produto é cópia fiel de seu referência e que possui qualidade, eficácia e segurança comprovadas.

 

Fonte:  Imprensa Anvisa

Democratizar a comunicação é fundamental para superar o momento de crise econômica, política e social que o Brasil vive. Essa foi uma das constatações do debate de abertura da reunião do Conselho Deliberativo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), na sexta-feira (17/7), em São Paulo.

 

O debate “Democracia em tempos de ajuste: unidade contra o retrocesso e reafirmação dos direitos sociais” contou com a participação da coordenadora-geral do FNDC, Rosane Bertotti; do jornalista Luis Nassif (Jornal GGN); do representante da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé das Quadras; e do dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues.

 

Rosane Bertotti, que coordenou a mesa, iniciou sua fala destacando a importância de discutir a comunicação no momento de crise econômica, política e social que o país está vivendo. “Não tem como debater comunicação sem falar da conjuntura. A comunicação é estratégica para o avanço da sociedade brasileira e para aprofundar a democracia”, destacou.

 

Nos tempos em que a os trabalhadores correm sérios riscos de perdas de direitos e o país sofre a ameaça de um golpe institucional, o FNDC defende a comunicação na luta pela democracia. “Democratizar a comunicação é defender o Estado de direito e fortalecer a democracia”, afirma a coordenadora do Fórum.

 

O jornalista Luis Nassif citou exemplos de momentos históricos e da atualidade de como a mídia influencia a política pelo mundo. “A comunicação, que é monopolizada e oligopolizada, disputa um mercado de opinião. Ela passou a ser um agente de formação de opinião vinculado ao mercado político e financeiro”, afirma Nassif. “A imprensa não é um agente neutro, ela tem interesses comerciais e usa seu poder como instrumento de chantagem”, complementa o jornalista. “A mídia, histórica, é contrária aos avanços sociais”.

 

Nassif também cita as mudanças da comunicação com o aparecimento das novas tecnologias, como a internet, por exemplo. “Até pouco tempo só famílias tinham jornais grandes, que só se mantinham devido à influência política. Com a internet, esse modelo ruiu”, explica.

 

Para o representante da Cufa, Preto Zezé, a comunicação deve ser tema de debate em outras instâncias para “deixarmos de falarmos para nós mesmos”. “Há protagonismo nas periferias do país que passam longe de sindicatos e outras entidades da sociedade civil organizada. A pauta do movimento social não pode ser só a campanha salarial”, critica Zezé.

 

Zezé também destaca a importância da cultura na comunicação. “Quando se faz eventos culturais significa inserir os jovens nestes espaços de convivência para fortalecer relações e que não deixa de ser uma disputa de opinião, porque eles estão falando sobre tudo”, pondera.

 

“Precisamos entender porque a juventude, que são a geração Lula e Dilma, com acesso a bens de consumo, não está integrada nessa agenda de lutas do movimento social”, aponta. “Temos de ocupar os espaços e alcançar as redes das periferias, se não os conservadores e poderosos ocuparão”, finaliza Zezé.

 

Já João Paulo alerta sobre a importância de discutir a unidade de lutas em tempos de turbulência. “A vida real mostra que a organização do trabalho não é mais só na fábrica”, afirma. Para ele, a esquerda tem que unificar as pautas e listar prioridades para conseguir disputar a narrativa. “Precisamos nos comunicar com a sociedade, com a base, com a periferia”, sugere.

 

João Paulo mencionou que o movimento social e setores políticos costumam avaliar três cenários de ação política. “O primeiro é o neodesenvolvimentismo, que foi a base da última década, mas um modelo que, na minha opinião, está em crise. Tem o projeto que a esquerda vem sustentando desde a década de 1970, que é o democrático-popular, mas que perdeu muita força institucional, e há aqueles que defendem o ‘socialismo já’, mas que, sem grande mobilização social, pode cair no idealismo. Se a gente não conseguir encontrar ao menos uma meta-síntese entre essas três estratégias, vai ser difícil sair dessa crise”, observa.

 

O encontro, que terminou no sábado (18/7) e reuniu a direção nacional do FNDC, centrais sindicais, jornalistas, dirigentes sindicais e militantes, teve como objetivo debater estratégias para fortalecer a luta por uma comunicação democrática no país.

 

(Publicado no portal da FNDC)

Profissionais com ações e projetos inovadores implementados há pelo menos um ano em órgãos e entidades do governo federal podem se inscrever pela internet até 17 de agosto para a 20ª edição do Concurso Inovação na Gestão Pública Federal.

 

Com o objetivo de incentivar a implementação de práticas inovadoras de gestão em organizações do governo federal, disseminar soluções que sirvam de inspiração ou referência para outras instituições e valorizar servidores públicos, o concurso é promovido anualmente desde 1996 pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

 

Os primeiros lugares serão premiados com visitas técnicas internacionais em instituições apoiadoras do concurso, assinatura de um ano da Revista do Serviço Público (RSP), seleção de publicações da Enap, certificados para os integrantes das equipes, livro publicado pela Enap com os relatos das iniciativas, divulgação das práticas no Banco de Soluções e no Repositório Institucional da Enap e Selo Inovação para utilização em materiais de divulgação impressa ou eletrônica.

 

Mais informações podem ser obtidas no site do concurso:
http://inovacao.enap.gov.br/

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFMG

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