O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse hoje (13) que a vacina contra a dengue pode estar disponível em 2018 no país, “se tudo der certo nas pesquisas que os cientistas estão fazendo”.

 

Segundo ele, o governo aguarda o desenvolvimento de uma vacina que seja segura para a população. Chioro informou que o Instituto Butantã, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, são os dois polos brasileiros que estão investigando a vacina de maneira avançada.

 

“Não há expectativa imediata. E insisto, se tudo der certo nas pesquisas. Porque vacina contra doença viral e, no caso da dengue, contra quatro sorotipos diferentes, nós vamos ter que esperar um avanço e se conseguirmos [isso] não tenha dúvida de que o governo, o Ministério da Saúde vai trazer mais uma vacina para os brasileiros”, acrescentou.

 

Segundo o ministro, o Brasil conta com as 14 vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, e as vacinas contra o HPV, a hepatite A, a difteria e tétano acelular para gestantes foram as últimas a serem incorporadas ao calendário vacinal.

 

Arthur Chioro participou hoje do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços, para divulgar a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite, que começa no próximo sábado (15) – Dia D da vacinação – e vai até 31 de agosto.

 

A meta do ministério é imunizar 12 milhões de crianças, de seis meses a 5 anos incompletos, contra a paralisia infantil. Ele ressaltou que não há hipótese de faltar vacina e que 18 milhões de doses foram distribuídas em todo o Brasil.

 

Fonte: Agência Brasil

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização e uso do Slim Patch, fabricado pela empresa Stekplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. O produto não tem registro na Agência.

 

O Slim Patch, que era comercializado no endereço eletrônico www.stekimparts.com.br, também teve sua publicidade suspensa pela Agência. A proibição abrange a divulgação de qualquer alegação terapêutica do produto.

 

A medida está na Resolução 2.268/2015 publicada nesta quinta-feira (13/8) no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Imprensa Anvisa

A Anvisa  suspendeu a distribuição, a divulgação, a  comercialização e o uso de todos os lotes  dos medicamentos fitoterápicos relacionados na tabela abaixo.

 

Os produtos foram fabricados a partir de 24 de junho de 2011 pela empresa Laboratório Belém Jardim Indústria e Comércio Ltda.

 

Nome Comercial    Composição
DISSOL                -    Phyllanthus Niruri + "Associações"
FIGABOM    -    Peumus Boldus + "Associação"
R E U M AT E L    -    Bowdichia Spp + "Associações"
JOÃO DA COSTA -    Echites Peltata + "Associações"
D E P U R ATO N E -    Echinodorus Macrophyllus + "Associações
APIFLORA    -    Eucaliptus Globulus + "Associações"
AGONIADA    -    Plumeria Lancifolia
CABIFLEX - Cynara Scolymus, Casearia Sylvestris, Baccharis Genistelloides E Peumus Boldus
CALMI            -    Chamomilla Recutita, Cymbopogon Citratus, Citrus Sinensis E Passiflora Alata
CASTANHA DA ÍNDIA    - Aesculus Hippocastanum E Polygonum Acre
J A PA D I    - Bauhinia Forficata + "Associações"
PIOLÊNDIA    - Simaruba Amara
S E X O TO N E    - Trichilia Catigua, Tynanthus Fasciculatus, Paullinia Cupana, Ptychopetalum Olacoides
V E RTO N  - Chenopodium ambrosioides, Mentha piperita e Rheum palmatum
VINHO DE JATOBEBA  -     Peumus boldus + "Associações"

 

A medida foi tomada após dados do Relatório de Inspeção Sanitária da Diretoria de Vigilância em Medicamentos e Congêneres de Minas Gerais revelar a existência de riscos para a saúde da população no uso dos produtos. Isso porque os medicamentos eram fabricados sem seguir as Boas Práticas de Fabricação.
A Anvisa determinou que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.

 

A medida está na Resolução 2.269/2015 publicada nesta quinta-feira (13/8) no Diário Oficial da União (DOU).

 

Fonte: Imprensa Anvisa

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