As inscrições para o IV Simpósio Acadêmico de Farmácia (SAF) da Universidade Federal de São João Del-Rei, que tem como O farmacêutico na indústria, serão encerradas depois de amanhã, 11/09, sexta-feira.


O evento será realizado nos dias 23, 24 e 25 de setembro. Durante o SAF serão oferecidos cursos de curta duração, palestras, seminários e colóquios livres.

Mais informações e inscrições, clique aqui

As inscrições para o evento duplo que será realizado no dia 19 de setembro, na Unialgar, em Uberlândia, já foram encerradas, mas a organização aceita a inclusão do nome de interessados que irão compor uma fila de espera. Essas pessoas serão chamadas a participar em caso de desistência de inscritos.  O telefone para contato é (34) 3291-3500.
 

 

O simpósio é gratuito e terá como tema “Da célula ao ser” e será composto por palestras e mesas redondas, realizadas para abordar o tema e as principais questões sobre oncologia. “Da célula ao ser. Do microscópico ao humano. “Hoje sabemos que, tão importante quanto combater o câncer, é o cuidado com a pessoa. O tratamento humanizado deve ser encarado como vital para a busca da excelência no tratamento oncológico, bem como a constante busca por novas abordagens na prevenção e tratamento de cada caso específico”, afirma a farmacêutica do COT e uma das organizadoras do evento, Lucilene Carvalho.

 

Programação

 

A programação do simpósio vai das 8h às 17h e está repleta de especialistas regionais e nacionais. Entre os principais assuntos estão: Genética e o Câncer; Câncer Infantojuvenil; Novas Tecnologias na Radioterapia e os Cuidados Oncológicos; Doenças Crônicas e o Câncer; Burnout e os Profissionais de Saúde; Cuidados Paliativos e Assistência Domiciliar.

 

“Sabemos o quanto é desafiador lidar com pacientes oncológicos. Quase sempre são casos onde o menor dos detalhes pode fazer toda a diferença. É por isso que, para o simpósio deste ano, o nosso foco é tanto a visão global, 360º, quanto o olhar micro, com o foco em cada detalhe que pode se traduzir em mais esperança e qualidade de vida para o paciente”, afirma a enfermeira do COT e também organizadora do evento, Jussaine Alves.
As vagas são limitadas e as inscrições estão disponíveis no site www.simposiocot.com.br.

 

Serviço
VII Simpósio de Farmacêuticos Oncológicos e VI Simpósio de Enfermagem Oncológica
Data: 19 de setembro
Horário: 8h às 17h
Local: Unialgar (Av. Floriano Peixoto, 6495, Umuarama – Uberlândia/MG)
Mais informações: (34) 3291-3500 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Mais de duas mil pessoas que representam diversos segmentos do movimento social, sindical, estudantil e de partidos de esquerda do País se reuniram neste sábado (05/09) em Belo Horizonte para lançar a Frente Brasil Popular. Um dia de intenso debate marcou a unificação da esquerda em defesa da democracia, contra a pauta conservadora e medidas de austeridade em curso no Congresso Nacional. A Conferência Nacional Popular, realizada no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou a primeira agenda de mobilização nacional para o dia 05 de outubro.
 

A Federação Nacional dos Farmacêuticos esteve presente no evento que aponta uma agenda política de luta em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores. O presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, representou a Fenafar.
 

A abertura do encontro contou com a participação da presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, e o presidente nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile. Estiveram na capital mineira dezenas de lideranças nacionais de entidades sociais, sindicais e de partidos políticos que comemoraram o lançamento da Frente. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB esteve representada por dirigentes nacionais e estaduais.
 

A escolha da capital mineira para sediar o lançamento nacional da Frente Brasil Popular também coloca na trincheira os projetos em disputa no país. O presidente da CTB- Minas, Marcelino Rocha, chama atenção para o poder simbólico de Minas Gerais, "um estado que derrotou fragorosamente o retrocesso em busca de avanços democráticos", afirmou, referindo-se à rejeição do eleitorado mineiro ao então candidato presidencial Aécio Neves, no ano passado.
 

Além da defesa clara da democracia, contra o golpe planejado por setores reacionários brasileiros, os participantes bombardearam a política econômica de ajuste fiscal, corte de direitos e elevação dos juros. Carina Vitral apontou a necessidade de se fazer um contraponto ao movimento golpista no país. “As elites do país vão para as ruas defender a volta da ditatura militar e uma série de ideias conservadoras que nós não compactuamos. Essa frente é um contraponto não só para as políticas econômica do governo mas também às ideias conservadoras que a direita está levando para as ruas”, pontuou.
 

Stédile comemorou a promessa de unificar o calendário de luta do movimento progressista no país, alertou para a crise que ocorre no mundo e os caminhos encontrados para supera-las. “É indiscutível que a sociedade brasileira vive uma grave crise de caráter econômico e político. Frente à esta crise, as classes precisam apresentar propostas. A burguesia brasileira, o poder econômico, tem a sua proposta que é voltar ao neoliberalismo. É Estado mínimo, cortar ministério, cortar gastos sociais, elevar juros, e realinhar nossa economia aos Estados Unidos. Nós, como classe trabalhadora, somos contra a este projeto porque achamos que isso não vai tirar o Brasil da crise. Estamos aqui hoje para construirmos uma proposta da classe trabalhadora.”
 

Grupos de debate
 

Após a mesa de abertura os delegados e delegadas da Conferência se organizaram em oito grupos para debater os temas abordados para o enfrentamento político. Os eixos debatidos entre os grupos foram: a defesa dos direitos dos trabalhadores e dos direitos sociais; defesa da democracia e por outra política econômica; soberania nacional e processos de integração latino-americanos; reformas estruturais e populares.
 

Entre os participantes dos grupos de trabalho, a militância e dirigentes da CTB, parlamentares do PT, PCdoB, PMDB e PSB. Para a coordenadora geral do Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES), dirigente da CTB, e diretora da Fenafar, Gilda Almeida de Souza, a unidade é uma necessidade histórica para os movimentos sociais. “A CTB se integra totalmente a esta Frente, participando e sendo protagonista no processo de construção desse movimento.”
 

O jornalista e coordenador do Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, Altamiro Borges, destaca a importância dos dois pontos centrais que unificam a criação da Frente, além do respeito irrestrito ao resultado das eleições de 2014.
 

“Daqui saem as principais bandeiras contra o retrocesso deste cerco midiático e judicial das organizações fascistas que poluem a sociedade brasileira. Outro ponto de unidade é de pressão por mudanças na política econômica, contra a ortodoxia neoliberal da política de juros e austeridade fiscal.”
 

Ao final do dia foi realizado um ato político com o pronunciamento dos representantes dos movimentos que integram a Frente. Novamente a defesa da democracia e a pressão por mudanças na politica econômica foram lembradas pelas lideranças. O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana esteve no palco acompanhado pelos representantes de diversos segmentos. “Para combater as maquinações golpistas e defender a democracia é o melhor caminho para avançar no atendimento das nossas reivindicações. Para construir uma política econômica que valorize o trabalho, que distribua renda e que tenha como norte uma estratégia de desenvolvimento e não de ajustes recessivos”.
 

Organizam a Frente a CTB, CUT, MST, Via campesina, MPA, MMC, MAB, MAM, MCP, FUP (Federação Única dos Petroleiros), CONEN, UNE, Levante Popular da Juventude, FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) , Consulta Popular, Marcha Mundial das Mulheres, Rede de Médicas/os Populares, Associação de Juizes pela Democracia, RENAP, SENGE-Rio, Sindicato de Professores, Metalúrgicos do RS, Pastorais Sociais, igrejas, Central de Movimentos Populares-CMP.
 

Manifesto ao Povo Brasileiro
 

Vivemos um momento de crise. Crise internacional do capitalismo, crise econômica e política em vários países vizinhos e no Brasil.
 

Correm grave perigo os direitos e as aspirações fundamentais do povo brasileiro: ao emprego, ao bem-estar social, às liberdades democráticas, à soberania nacional, à integração com os países vizinhos.
 

Para defender nossos direitos e aspirações, para defender a democracia e outra política econômica, para defender a soberania nacional e a integração regional, para defender transformações profundas em nosso país, milhares de brasileiros e brasileiras de todas as regiões do país, cidadãos e cidadãs, artistas, intelectuais, religiosos, parlamentares e governantes, assim como integrantes e representantes de movimentos populares, sindicais, partidos políticos e pastorais, indígenas e quilombolas, negros e negras, LGBT, mulheres e juventude, realizamos esta Conferência Nacional onde decidimos criar a Frente Brasil Popular.
 

Nossos objetivos são:
 

1- Defender os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras: melhorias das condições de vida, emprego, salário, aposentadoria, moradia, saúde, educação, terra e transporte público!
 

Lutamos contra o atual ajuste fiscal e contra todas as medidas que retiram direitos, eliminam empregos, reduzem salários, elevam tarifas de serviços públicos, estimulam a terceirização, ao tempo em que protegem a minoria rica. Defendemos uma política econômica voltada para o desenvolvimento com distribuição de renda.
 

Lutamos contra a especulação financeira nacional e internacional, que transfere para uma minoria, por vias legais ou ilegais, através da corrupção e de contas bancárias secretas, parte importante da riqueza produzida pelo povo brasileiro!
 

Lutamos por uma reforma tributária que – por meio de medidas como o imposto sobre grandes fortunas e a auditoria da dívida – faça os ricos pagarem a conta da crise.
 

2.Ampliar a democracia e a participação popular nas decisões sobre o presente e o futuro de nosso país.
 

Lutamos contra o golpismo – parlamentar, judiciário ou midiático – que ameaça a vontade expressa pelo povo nas urnas, as liberdades democráticas e o caráter laico do Estado!
 

Lutamos por uma reforma política soberana e popular, que fortaleça a participação direta do povo nas decisões políticas do país, garanta a devida representação dos trabalhadores, negros e mulheres, impeça o sequestro da democracia pelo dinheiro e proíba o financiamento empresarial das campanhas eleitorais!
 

Lutamos contra a criminalização dos movimentos sociais e da política, contra a corrupção e a partidarização da justiça, contra a redução da maioridade penal e o extermínio da juventude pobre e negra das periferias, contra o machismo e a homofobia, contra o racismo e a violência que mata indígenas e quilombolas!
 

3. Promover reformas estruturais para construir um projeto nacional de desenvolvimento democrático e popular: reforma do Estado, reforma política, reforma do Poder Judiciário, reforma na segurança pública com desmilitarização das Polícias Militares, democratização dos meios de comunicação e da cultura, reforma urbana, reforma agrária, consolidação e universalização do Sistema Único de Saúde, reforma educacional e reforma tributária!
 

Lutamos pela democratização dos meios de comunicação de massa e pelo fortalecimento das mídias populares, para que o povo tenha acesso a uma informação plural, tal como está exposto na Lei da Mídia Democrática.
 

4.Defender a soberania nacional: o povo é o dono das riquezas naturais, que não podem ser entregues às transnacionais e seus sócios!
 

Lutamos em defesa da soberania energética, a começar pelo Pré-Sal, a Lei da Partilha, a Petrobras, o desenvolvimento de ciência e tecnologia, engenharia e de uma política de industrialização nacional!
 

Lutamos em defesa da soberania alimentar e em defesa do meio ambiente, sem o qual não haverá futuro.
 

Lutamos contra as forças do capital internacional, que tentam impedir e reverter a integração latino-americana.
 

Convidamos a todas e a todos que se identificam com esta plataforma a somar-se na construção da Frente Brasil Popular.
 

O povo brasileiro sabe que é fácil sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho. Mas sabe, também, que sonho que se sonha junto pode se tornar realidade.
 

Vamos lutar juntos por nossos sonhos!
 

Viva a Frente Brasil Popular!
 

Viva o povo brasieiro!
 

Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Setembro de 2015

A participação dos farmacêuticos na 8ª Conferência Estadual de Saúde de Minas Gerais foi marcante. Essa foi a impressão do farmacêutico Denyr Jeferson Dutra, primeira vez numa conferência de saúde – segundo ele, haviam tanto recém-formados como ele quanto farmacêuticos com longa trajetória profissional. Uma das lideranças do movimento estudantil da UFMG nos últimos anos, Denyr ficou impressionado com o peso das propostas privatizantes que chegaram dos municípios para serem apreciadas na etapa estadual. “Apesar disso, acho que as pessoas que estão aqui para debater as propostas estão qualificadas, disse.

 

A farmacêutica Bárbara Furtado, de Betim, mostrou-se preocupada com a atuação dos profissionais nas farmácias privadas que trabalham com o Programa Farmácia Popular.  Para ela, que trabalha em uma unidade de saúde pública municipal, o programa amplia o acesso aos medicamentos na rede privada gerando impactos no financiamento do SUS: “Ficamos sem receber medicamentos na unidade de saúde durante cinco meses e o pior é que a população que vai lá e não encontra o medicamento não sabe o que está acontecendo”.                                                 

  
Farmacêuticos confraternizam durante a 8ª CESMG

          

 Bárbara conclama os colegas de profissão a se manifestarem: “os farmacêuticos precisam acordar. Esse esquema acaba com a nossa profissão e com o SUS”, criticou. Ela foi eleita delegada para representar o município de Betim na etapa nacional em dezembro.      

 

Já a farmacêutica Kelli Engler, da cidade de Muriaé, defendeu que o funcionário do SUS use o Sistema Único de Saúde como forma de se comprometer com o trabalho. “Se você sente que trabalha para você também, seu trabalho fica mais qualificado”, afirma, contando que ela não tem plano de saúde. 

Farmacêuticos Kelli Engler e Nivaldo Júnior 

 

Kelli gostou da diversidade de representações na Conferência, mas acha que é preciso ampliar as discussões para que haja mais entendimento sobre a saúde pública. “É preciso que seja entendido como o sistema funciona no todo e não ficarmos restritos à saúde. Precisa haver mais preparação nas etapas municipais para que as pessoas cheguem mais capacitadas para a etapa estadual”, disse. A farmacêutica disse que estava satisfeita com a participação, inclusive por ter oportunidade de identificar os pontos positivos e negativos do evento.

 

Representante dos gestores, o diretor de Medicamentos Básicos do Governo do Estado, Nivaldo de Souza Júnior, gostou de ver a expansão de novos segmentos representados na Conferência. “Vemos idosos, pessoas com doenças específicas e participantes de movimentos sociais. É interessante ver que quando se está debatendo, podemos identificar o participante pela proposta que ele defende”, observou. Ele destacou que o debate fica mais legítimo por agregar representantes das diversas regiões do Estado.

 

Celso Carmo, farmacêutico da saúde pública de Bonfim, acompanha as conferências de saúde há 12 anos, num total de três edições. Ele diz ter gostado de ver a renovação nos debates: “Achei que quem está entrando agora está enxugando o texto das propostas, aquilo que já vem repetido de outras conferências”.  Segundo o farmacêutico, na 8ª Conferência ele optaria por ter um papel de observador. “Quero aprender com eles e assistir de fora a esse novo processo”, disse. Ele acrescentou que essa revitalização é benéfica para a atualização das questões da saúde que costumam se repetir de uma conferência para a outra sem que haja de fato, mudanças.   

 

 Farmacêutico Celso Carmo

 

O farmacêutico Albano Verona, diretor do Sinfarmig para a regional de Divinópolis, avaliou a experiência de mais uma participação. “Como trabalhador da saúde, a conferência é um momento de discutir a problemática do SUS, do trabalho que a gente faz e do trabalho que o usuário quer que a gente faça. A gente vai discutindo e melhorando cada vez mais essa dinâmica”, avaliou.

 

Estado deve acolher diretrizes nas políticas de saúde   

 

Presente na abertura, durante a Conferência e no encerramento, quando apresentou a prestação de contas do evento, o Secretário de Estado de Saúde, Fausto Pereira dos Santos, defendeu a efetividade das propostas aprovadas. “Elas vão orientar as políticas. São quase 500 propostas que devem dar diretrizes para os planos estaduais de saúde nos próximos três anos”, disse.

 

O Secretário de Estado de Saúde Fausto Pereira e a diretora do Sinfarmig, Júnia Lelis

 

A diretora do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) Júnia Lelis, delegada representante dos trabalhadores é uma das que cobram que as propostas debatidas na 8ª Conferência sejam colocadas em prática.  “O Sinfarmig espera que elas não fiquem só no papel uma vez que muitas nem são novidade, já que foram discutidas em outras conferências de saúde. Neste ano, especialmente, as propostas se revestem ainda de maior representatividade da população porque a Conferência incluiu segmentos excluídos da sociedade e suas reivindicações”.

 

Júnia observou que duas propostas aprovadas em Minas Gerais que serão encaminhadas à 15ª Conferência Nacional colocam a Assistência Farmacêutica em destaque. Uma exige cumprimento rigoroso da Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) e a atualização da lista de medicamentos especializados. Outra propõe o fortalecimento da AF plena e pública com a responsabilidade e estruturação pelas três esferas de Governo. “Podemos citar proposta aprovada que insiste na estruturação dos laboratórios oficiais para facilitar a produção de medicamentos”, contou a diretora lembrando que outras boas propostas estão sendo encaminhadas pelas conferências de saúde de outros estados.

 

“Ainda que algumas propostas não tenham sido aprovadas para a etapa nacional, elas poderão contribuir para as políticas de saúde do Estado”, analisou a diretora.   
Júnia diz ter notado que os participantes foram para os debates bem preparados e informados e falavam, com propriedade, sobre os oito eixos propostos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) para a Conferência.

 

O diretor do Sinfarmig e atual Superintendente de Vigilância Sanitária do Estado, Rilke Novato Públio, destacou a participação de setores da sociedade com dificuldade de participação em eventos de discussão da saúde pública. “Houve plenárias de incentivo à participação e plenárias alternativas que contemplaram também os movimentos sociais”, apontou.  Ele disse que a participação dos movimentos foi acontecendo numa crescente durante a Conferência durante as plenárias concorridas, nas reivindicações e manifestações apresentadas fossem como moções ou propostas. “Por tudo isso podemos dizer que a 8ª Conferência Estadual de Saúde cumpriu o objetivo de inclusão e de aprovação de diretrizes para dar norte às ações de saúde do Estado”, observou o diretor. Os diretores Júnia e Rilke ainda celebraram a participação da categoria na Conferência. “Esses colegas compareceram representando segmentos diversos, como gestores, trabalhadores e usuários”, conclui Rilke.  


Leia mais notícias sobre a 8ª Conferência Estadual de Saúde clicando nos links abaixo          

http://www.sinfarmig.org.br/?op=conteudo&id=2929

http://www.sinfarmig.org.br/index.php?op=conteudo&id=2928

http://www.sinfarmig.org.br/index.php?op=conteudo&id=2927

 

 

 

           

Farmacêutico Francisco Júnior foi um dos palestrantes do evento

 

Farmacêutica Christiane Lima de Juiz de Fora

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