Nesta semana foram enviados ofícios às prefeituras de Campanha, Juiz de Fora, Naque, Oratórios, Orizânia,  Patos de Minas,  São José da Lapa e Ubaporanga

 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – Sinfarmig -  tem atuado incansavelmente junto aos gestores públicos municipais em defesa de mais e melhores empregos para os farmacêuticos na Assistência Farmacêutica pública em suas diversas possibilidades de atuação.
 

As prefeituras são entidades autônomas com o poder de fixar os vencimentos do seu pessoal, mas, como farmacêuticos, ficamos indignados com os baixíssimos salários oferecidos por alguns municípios mineiros. O Sinfarmig toma essa providência – de entrar em contato com os prefeitos das cidades - até mesmo no sentido de zelar por uma saúde pública de qualidade -porque é preciso que o farmacêutico seja remunerado dignamente para conseguir prestar serviços com tranqüilidade à população.
 

Assim, nesta semana, o Sindicato enviou ofício às prefeituras de Campanha, Juiz de Fora, Naque, Oratórios, Orizânia,  Patos de Minas,  São José da Lapa e Ubaporanga. Elas foram  alertadas sobre os irrisórios vencimentos anunciados em editais de concursos, processos seletivos ou pagos aos farmacêuticos concursados.
 

O Sinfarmig ressalta aos gestores municipais que os valores propostos não condizem com as responsabilidades e seriedade do trabalho farmacêutico porque ele é responsável pela estratégia terapêutica mais importante e recorrente em todos os serviços de saúde do município que é a terapêutica medicamentosa.
 

O Sindicato reitera mais uma vez aos prefeitos, a devida atenção e providências para se corrigir a defasagem salarial do farmacêutico nos concursos e processos seletivos para que o profissional tenha condições dignas de desempenhar suas atividades.

Categorias farmacêuticas unidas numa só direção
 

O momento político/econômico atual que afeta os trabalhadores e trabalhadoras e preocupa toda a sociedade atinge da mesma forma a categoria farmacêutica, que, em sua grande maioria, é composta por colegas empregados nos diversos segmentos de atuação da nossa profissão.
 

Estamos convencidos de que o trabalho a ser desenvolvido pelas entidades farmacêuticas (Sindicato, Conselho, Associações) nos estados pode contribuir sobremaneira para que os desafios a serem enfrentados possam ser superados.
 

Contando com a união destas entidades, trabalhando em uma mesma direção (avanços para a profissão e para os farmacêuticos), certamente estaremos em melhores condições para alcançar os objetivos almejados por todos.
 

Diante de qualquer processo eleitoral, como prevê o Estatuto do Sinfarmig, a instância máxima de deliberação da entidade é a Assembleia da categoria.
 

Portanto, para posicionar-se frente a toda e qualquer eleição, seria preciso o aval da maioria presente a uma Assembleia dando assim legitimidade para que a entidade se manifestasse a favor desta ou daquela candidatura ao pleito.
 

No entanto, em que pese a impossibilidade legal de manifestação pela candidatura A ou B para a atual disputa à Diretoria do CRF-MG, a diretoria do Sinfarmig vem a público manifestar a necessidade das ações conjuntas em prol da profissão e dos trabalhadores farmacêuticos.
 

Os desafios são enormes! A nossa unidade e disposição para enfrentá-los deverão ser maiores ainda!
 

Que vençam as melhores propostas e os maiores compromissos!

Seminários como este demonstram a vontade política e regulatória do Brasil em usar métodos alternativos ao uso de animais em ensaios clínicos. Com esta frase, a doutora Chantra Eskes, da Services & Consultation for Alternative Methods Limited (SeCAM), resumiu o que ocorreu no Seminário Sobre Internalização de Métodos Alternativos ao Uso de Animais. O evento, organizado pela Anvisa, reuniu diversos representantes de setores de medicamentos, cosméticos e saneantes para debater o tema nesta quarta-feira (16/9).

 

De acordo com Chantra, a primeira legislação sobre o assunto na Europa foi publicada há 30 anos. Ao longo desse período, países europeus puderam internalizar os métodos alternativos nas pesquisas clínicas. “Atualmente, existe uma vontade internacional muito grande de continuar com a aceitação dos métodos alternativos. Na Europa, se o método existir e for reconhecido, ele deve ser usado”, explicou.

 

O interesse internacional no tema também foi ressaltado pela representante da Junta de Governo do International Council of Laboratory Animal (Iclas), Ekaterina Rivera. Para ela, a cooperação internacional é uma ferramenta que deve ser utilizada para impulsionar a questão. “Mas é preciso destacar que há diferenças significativas entre os países, principalmente quanto à legislação. Na América Latina, por exemplo, só Brasil, México e Uruguai têm regulamentações com experimentação animal”, afirma.

 

A regulação brasileira foi destacada pela Gerente-Geral de Regulamentação e Boas Práticas Regulatórias da Anvisa, Cristina Marinho. Ela ressaltou que, em julho, a Agência anuiu os 17 métodos alternativos validados pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) nas petições para registros e controle de serviços e produtos sujeitos a vigilância sanitária. “O objetivo foi deixar claro para a sociedade a comunhão de esforços voltadas para este tema”, destacou.

 

Já a representante da Câmara de Métodos Alternativos do Concea, Lucile Winter, revelou que o desenvolvimento de novas tecnologias é crucial para a saúde humana. No entanto, é necessário observar a necessidade de capacitar pessoas e manter estruturas laboratoriais equipadas para garantir produtos seguros. “Até hoje, US$ 238 milhões foram injetados para o desenvolvimento desses métodos alternativos na Europa. Essa injeção de recursos humanos e monetários é essencial para que ocorra a substituição de métodos com qualidade e segurança do produto final”, sintetizou.

 

Fonte: Imprensa Anvisa

O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRP-MG) está com inscrições abertas para  concurso público. Há vagas em cadastro reserva para farmacêutico consultor  e farmacêutico fiscal. Os salários oferecidos são, respectivamente, R$ 5.591,92 e R$ 6.110,43.

 

As inscrições serão realizadas via Internet, no endereço eletrônico www.iq.org.br, até as 21 horas de 13 de outubro de 2015. A taxa de inscrição é de R$ 47,00.

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