Depois da aprovação do Estatuto da Família pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, um amplo movimento tomou conta da sociedade brasileira para tentar barrar a lei que define família como o núcleo constituído apenas por um homem, uma mulher e seus filhos biológicos.

Para o diretor de Direitos Humanos da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Dalmare Anderson, “considerar família apenas o casal homem, mulher e seus filhos biológicos é uma afronta a sociedade em que vivemos. Dados da PNAD mostram que mais de 50% dos arranjos familiares que temos são diferentes destes. O que falaremos para as crianças criadas pelos avós, tias, tios, as famílias de pais e mães solteiras? O que diremos para as crianças que podem ser adotadas por casais homossexuais, ou por homens e mulheres heterossexuais que decidiram viver sozinhos?”, questiona.
 

Na avaliação de Dalmare “esta lei é discriminatória e atinge o cerne da igualdade da nossa constituição, classifca as famílias como de primeira classe e de segunda. Não podemos ser a favor de qualquer questão que categorize ou normatize as formas de amar e os laços dos inúmeros tipos de famílias que nós temos na nossa nação".”

A proposta foi aprovada por uma na última quinta-feira (24) por uma comissão especial constituída especialmente para discutir o Estatuto da Família, por 17 votos favoráveis e 5 contrários, mas quatro destaques ao texto ainda precisam ser aprovados.
 

Após a conclusão da votação, a regra é que o projeto siga para o Senado sem necessidade de ser votado pelo plenário da Câmara. Deputados podem, entretanto, apresentar recurso para pedir que o texto seja votado pelo plenário antes de ir para o Senado.



Fonte: Fenafar

Cidadãos, representantes do setor regulado e da sociedade civil poderão contribuir com as Consultas Públicas nº 75/2015, nº 76/2015, nº 77/2015, nº 78/2015, nº 79/2015, nº 80/2015, nº 81/2015, nº 82/2015, nº 83/2015, nº 84/2015, nº 85/2015. As propostas tratam de métodos gerais e monografias da Farmacopeia Mercosul, para inclusão na Farmacopeia Brasileira.

 

As consultas ficaram abertas à contribuição entre os dias 02 e 16 de outubro. Nesse período será possível enviar comentários e sugestões ao texto inicial.

 

Não é necessário o envio das contribuições por e-mail ou por protocolo físico.

 

Para participar, clique AQUI:

 

Fonte: Imprensa Anvisa

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou hoje (28) ajustes nas regras para uso e divulgação de assuntos médicos em entrevistas, anúncios publicitários e redes sociais. As mudanças abordam também a distribuição de selfies e o anúncio de técnicas não consideradas válidas cientificamente.

 

A resolução deve ser publicada ainda esta semana no Diário Oficial da União e, de acordo com o próprio CFM, tem como objetivo principal fixar parâmetros para evitar o apelo ao sensacionalismo e à autopromoção entre profissionais da área.

 

As normas proíbem médicos de participar de anúncios de empresas comerciais e de seus produtos, qualquer que seja a natureza. Antes, a limitação contemplava apenas medicamentos, equipamentos e serviços de saúde. Com o ajuste, ela se estende a produtos como gêneros alimentícios e artigos de higiene e limpeza.

 

O texto também veda aos profissionais fazer propaganda de métodos e técnicas como a carboxiterapia (tratamento estético realizado através da infusão de gás carbônico em diferentes camadas da pele) e a ozonioterapia (técnica terapêutica que consiste na aplicação de ozônio medicinal no corpo do paciente para tratar inúmeras enfermidades), que, segundo o CFM, ainda não têm reconhecimento científico.

 

A resolução traz ainda um detalhamento sobre o uso de selfies em situações de trabalho e de atendimento a pacientes. Com a mudança, os médicos ficam proibidos de divulgar esse tipo de fotografia, bem como imagens e áudios que caracterizem sensacionalismo, autopromoção ou concorrência desleal.

 

No caso específico do uso de redes e mídias sociais – incluindo sites, blogs e canais no Facebook, Twitter, Instagram, Youtube, Whatsapp e similares –, continua sendo vedado ao médico divulgar endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço. O profissional também não pode anunciar especialidade/área de atuação não reconhecida ou para a qual não esteja qualificado e registrado.

 

O CFM orientou conselhos regionais a investigarem suspeitas de descumprimento da orientação sobre autopromoção de médicos com colaboração de outras pessoas ou empresas. “Deve ser apurada – por meio de denúncias ou não – a publicação de imagens do tipo antes e depois por não médicos, de modo reiterado e/ou sistemático, assim como a oferta de elogios a técnicas e aos resultados de procedimentos feitos por pacientes ou leigos, associando-os à ação de um profissional da medicina”.

 

A comprovação de vínculo entre o autor das mensagens e o médico responsável pelo procedimento, segundo a entidade, pode ser entendida como desrespeito à norma federal. Os médicos também ficam proibidos de divulgar a posse de títulos científicos que não podem comprovar e de induzir o paciente a acreditar que está habilitado num determinado campo de atendimento ao informar que trata sistemas orgânicos, órgãos ou doenças específicas.

 

“Da mesma forma, ele não pode consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa ou a distância, assim como expor a figura de paciente na divulgação de técnica, método ou resultado de tratamento”, ressaltou o conselho.

 

Fonte: Agência Brasil - repórter Paula Laboissière

A terceira reunião de Negociação Coletiva entre Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e Sindicato dos Laboratórios de Análises Clínicas, Patologia, Pesquisas e Análises Clínicas de Minas Gerais (SindLab) está marcada para o dia 1º de outubro, quinta-feira, entre 8h e 9h30.

 
Colega farmacêutico,  anote aí:


3ª Reunião de Negociação Coletiva de Análises Clínicas

 

Data: 1º de outubro, quinta-feira. Horário: entre 08 e 9h30
Local: a ser definido 
 

Agende-se  para participar com o Sinfarmig! 

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