Na Câmara dos Deputados, em Brasília, tramita o Projeto de Lei nº 9.482/2018, de autoria do deputado federal Ronaldo Martins (PRB/CE), que quer autorizar a venda de medicamentos em supermercados sem prescrição médica. A aprovação desse PL pode gerar diversos danos à população por conta da automedicação, além do incentivo à cultura medicamentosa. Por esse motivo, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou nesta sexta (13/07) uma recomendação contra o PL.

De acordo com a recomendação destinada ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), “tal medida representa um retrocesso em todas as políticas públicas instituídas na área da saúde, em especial as que buscam organizar e promover o uso racional de medicamentos”. A recomendação foi aprovada durante a 307ª Reunião Ordinária do CNS, ocorrida em Brasília.

Foto: Panorama Farmacêutico

Ascom CNS

 

 

Nesta segunda-feira, 16/07, foi realizada a primeira rodada de negociação coletiva entre o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas – Sinfarmig e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais-Sindhomg.

 A proposta da entidade patronal foi de reajuste 1,76% para os farmacêuticos hospitalares com pagamento retroativo à data-base, 1º de junho e manutenção da Convenção anterior.

 O Sinfarmig insistiu na fixação de um piso salarial para os farmacêuticos hospitalares e afirmou que é a única forma de garantir uma remuneração minimamente digna para os profissionais da área, contudo o Sindhomg negou a maior reivindicação da categoria.

 Diante dessa posição de desconsiderar toda a pauta de reivindicações, o Sinfarmig convoca os farmacêuticos hospitalares para avaliar a campanha salarial e definir outras estratégias de negociação. Como encaminhamento também será solicitada uma reunião no Ministério Público com data a definir.

  

Fonte: Sinfarmig

Publicado em 16/07/18

 

 

Campanha Salarial 2018 – Farmácias, Drogarias e Distribuidoras  

 

Terminou sem acordo nesta segunda-feira, 18 de junho, a terceira rodada de negociações entre os profissionais que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais- Sincofarma/MG. A reunião aconteceu às 10h na sede da Fecomércio.

“As negociações nos últimos anos já foram mais difíceis devido as crises econômica e política. E agora o trabalhador ainda tem mais dois complicadores que são as leis 13.429 (terceirização) e 13.467 (reforma trabalhista), isto tudo reflete diretamente nas mesas de negociação” afirma a diretora do Sinfarmig Júnia Lelis

Vale relembrar que na segunda reunião o Sincofarma impôs como condição para continuarem as negociações que aceitássemos cláusulas, que podem mudar a rotina dos farmacêuticos e piorar ainda mais a qualidade de vida dos profissionais, como por exemplo: almoço de 30 minutos, fim do pagamento de horas extras e criação de um banco de horas com compensação em até um ano das horas trabalhadas, a jornada 12X36 para todos os profissionais com redação maldosa da entidade patronal e  reajuste salarial de 1,81%  

O Sinfarmig mais uma vez não aceitou as propostas feitas pelo patronal e insistiu em avanços. As entidades patronais alegam dificuldades e crise, mas sabemos dos faturamentos milionários das farmácias e drogarias e que o setor farmacêutico cresceu 12,86% o ano passado e as expectativas para este ano são igualmente positivas

A comissão de negociação coletiva do Sincofarma realizará Assembleia para avaliar a contra proposta do Sinfarmig entre elas a reivindicação de ganho real para os farmacêuticos, isto é, reajuste acima da inflação

A diretoria do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – Sinfarmig ressalta a importância da participação de toda a categoria na reunião que é aberta aos profissionais. 

A diretoria também informa que quando houver reajuste salarial ele será retroativo à data-base da categoria que é 1º de março.

 

Fonte: Sinfarmig

Publicada em 19/06/18

 

 

 

   

Campanha Salarial 2018 – Farmácias, Drogarias e Distribuidoras

  

O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sincofarma/MG acaba de cancelar a reunião para a terceira rodada de negociações com os farmacêuticos de farmácias, drogarias e distribuidoras que havia sido agendada para esta quarta-feira, 13/06. A reunião ficou marcada “a confirmar” para a próxima segunda-feira, 18/06, às 10h, na Fecomércio.

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig lamenta que a oportunidade tenha sido adiada já que há uma grande urgência em realizar nova negociação com objetivo de pressionar pela queda de vários pontos da contraproposta absurda apresentada pela patronal.

Na segunda rodada de negociações o Sincofarma endureceu algumas cláusulas, que podem mudar demais a rotina dos farmacêuticos e piorar ainda mais a qualidade de vida dos profissionais.

Para se ter uma ideia, a proposta inclui a alteração do horário de almoço para somente 30 minutos, fim do pagamento de horas extras e criação de um banco de horas com compensação em até um ano das horas trabalhadas, a jornada 12X36 para todos os profissionais com redação maldosa da entidade patronal e  reajuste salarial de 1,81% correspondente apenas ao INPC acumulado no período de 1º de março de 2017 até 28 de fevereiro de 2018 

A diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis, alerta que “é fundamental a categoria estar ciente de que esta proposta do Sincofarma é algo nunca visto em mesas de negociação até então. É o maior retrocesso que estamos presenciando em 37 anos de atividade sindical”.

Para o Sinfarmig, mais do que nunca os farmacêuticos devem estar por dentro do teor das propostas e dos riscos dos profissionais perderem direitos já consolidados na Convenção Coletiva de Trabalho – CCT. “Estas propostas são tão surreais, que nem o conteúdo da Reforma Trabalhista foi tão perverso. Então, o que temos a fazer é informar a categoria e contar com uma mobilização de todos nestes últimos minutos de prorrogação deste jogo terrível”, ressaltou. 

A diretoria acredita que a entidade patronal conta com a ausência e a dispersão dos trabalhadores para forçar a aprovação de propostas que significam intenso retrocesso nas relações de trabalho.

 

 

Serviço:

Terceira reunião de Farmácias, Drogarias e Distribuidoras – CCT 2018

Data: 18/06/2018 (a confirmar)

Horário: 10h

Local: Fecomércio (Rua Curitiba, 561 - Centro - BH/MG)

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

 Publicada em 12/06/18

 

 

Campanha Salarial 2018 – Farmácia Hospitalar 

 

Agendada para o dia 16 de julho, segunda-feira, às 8hrs, a primeira reunião de negociação coletiva entre Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais (Sindhomg).

Estamos em um momento importante da campanha salarial de Farmácia Hospitalar  e por isso conclamamos toda a categoria a participar conosco das reuniões de negociação. 

O envolvimento de cada um é fundamental para avançarmos, garantirmos nossos direitos e conquistarmos uma Convenção Coletiva de Trabalho mais justa e digna. 

Participem! 


Data: 16/07/18 (segunda-feira) 

Horário: 8h

Local: Hospital Infantil Padre Anchieta / Rua Major Delfino de Paula, 2356 Bairro São Francisco

 

 

Fonte: Sinfarmig

Publicada em 05/07/18

 

 

 

 

 

 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais – Sinfarmig, representante da categoria farmacêutica no Estado, em conjunto com a Federação Nacional dos Farmacêuticos – Fenafar realizará Assembléia Geral Extraordinária no dia 26/06, a partir das 18h30, na sede do Sinfarmig.

 

A convocação via edital publicado na última terça-feira, 12/06, visa deliberar sobre o 9º Congresso da Federação Nacional dos Farmacêuticos - Fenafar apresentando critérios de eleição dos delegados e suplentes

 

O 9º Congresso ocorre num contexto de grave instabilidade política e institucional no país. Sendo um dos objetivos debater com a categoria farmacêutica as conseqüências dessa conjuntura de precarização das relações de trabalho, de alto índice de desemprego, de redução de salários ou aumento da jornada. “Isso tudo, somado ao congelamento dos gastos públicos por 20 anos que traz de volta a miséria e coloca em risco o Sistema Único de Saúde - SUS”, alerta a Fenafar. Mais Informações  http://www.fenafar.org.br/2015-12-11-19-59-22/9-congresso

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 13/06/18

 

 

 

 

 

 

 

Estão abertas as inscrições para o VI Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação. O evento será realizado na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, nos dias 03 e 04/08. O presidente do Instituto para Práticas Seguras no uso de Medicamentos, Mário Borges, explica que o encontro pretende divulgar iniciativas que contribuam para a prevenção de erros e aprofundar o debate sobre o tema. 

 

Mário Borges destaca que essa é uma preocupação mundial, tanto que a Organização Mundial da Saúde lançou, em 2017, o 3° Desafio Global de Segurança do Paciente. A meta é reduzir pela metade os danos graves e evitáveis relacionados a medicamentos em cinco anos. O encontro vai discutir formas para se atingir esse objetivo. 

 

“Ao analisar os estudos feitos no Brasil e fora a gente nota que esse é um problema importante. Na área de assistência hospitalar, os erros de medicação são a terceira causa de danos aos pacientes. Na atenção primária – que seria ambulatório, farmácia, Upas - é a primeira causa, principalmente em idosos. São pacientes que usam muitos medicamentos e que, muitas vezes, têm danos por não utilizarem de forma adequada."

 

No Brasil, são registradas cerca de 250 mil mortes  por ano devido a erros na área de assistência. De acordo com Borges, o paciente chega à unidade de saúde com um problema e morrre por outro motivo. Estudos realizados nos Estados Unidos, ainda apontam a ocorrência de 8 a 10 mil mortes por ano devido ao mau uso de medicamentos. O especialista destaca que, além do erro na própria prescrição, outros motivos podem levar ao uso incorreto de medicamentos. "Podemos ter também o erro na hora da dispensação, que é a entrega do medicamento, que pode ser feita de forma inadequada na farmácia ou dentro do hospital. Ou pode ser no momento da administração do medicamento, na hora que o medicamento vai ser utilizado tanto pelo paciente ou quando a equipe de enfermagem vai administrar o esse medicamento. Então, nós temos várias etapas em que o erro pode acontecer."

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde a etapa em que ocorre a maior parte dos erros é no momento do preparo e da administração de medicamento.

 

“Na prescrição pode se ter prescrição eletrônica e na dispensação pode se ter código barras, e uma série de coisas, mas a preparação e a administração de medicamento é uma área que depende muito do conhecimento do profissional e das condições de trabalho do profissional. Então não é fácil mexer nisso. Nos temos muito estudos que mostram que o cansaço e o estresse aumentam o número de erros." 

 

Os interessados no VI Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação podem ter mais informações por meio do www.forumismp.com.br 

Fonte: CFF

Publicado em 11/06/18

 

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