Farmacêuticos do Sul de Minas debatem o aprimoramento e a ampliação dos serviços no sistema público de saúde no II Fórum de Farmácia Clínica no SUSMG, realizado hoje (19/10) e amanhã (20/10) no auditório da UNIFAL, em Varginha, das 8h30 às 17h.

A realização é Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com os Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-MG) e com o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sinfarmig). Esta é a segunda edição do Fórum que aconteceu no primeiro semestre deste ano em Teófilo Otoni.

A programação do evento inclui várias palestras e oficinas evolvendo profissionais renomados da área e referências na Assistência Farmacêutica. O objetivo do fórum é unir as entidades de saúde do estado para apresentar e discutir a implantação e aprimoramento dos serviços clínicos farmacêuticos no sistema público de saúde. 

Os profissionais farmacêuticos, por meio de leis e resoluções, conquistaram nos últimos anos o direito de atender a população em atividades relacionadas à Farmácia Clínica. O que significa que o farmacêutico passa a exercer papel fundamental na ampliação do acesso ao cuidado da saúde da população.

No SUS e nas farmácias privadas, os farmacêuticos já atuam na linha de frente no cuidado à população, em serviços que beneficiam pacientes diabéticos, hipertensos, idosos, na promoção do uso racional de medicamentos, no auxílio aos que têm problemas no controle de peso corporal, entre outros. 

O fórum contará com um consultório montado para demonstração de como podem ser atendidos os pacientes nesse ambiente, que também integra as atribuições do farmacêutico.

 

Fonte: Ascom Sinfarmig/CRF-MG

Publicado em 19/10/17

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa acaba de aprovar medicamento que é nova alternativa para auxiliar mulheres que tentam engravidar com ajuda da reprodução assistida. O produto é o Rekovelle que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos necessários para a existência de uma gravidez.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteroides gonadais em mulheres que não apresentam insuficiência ovariana primária, ou seja, que não estão na menopausa precoce.

O Rekovelle (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: "Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI)".

 

Fonte: Anvisa

Publicado em 18/10/17

 

 

 

O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig estará na Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na próxima terça-feira, 17/10, às 19h para falar sobre as perspectivas profissionais do setor no atual cenário brasileiro para os alunos da graduação. 

 

O diretor do Sinfarmig, Rilke Novato, irá abordar os desafios do mundo do trabalho e a importância da atuação sindical na trajetória de conquistas dos farmacêuticos. 

 

Para ele quanto mais cedo houver uma interação entre acadêmicos e entidade sindical mais forte será a mobilização e o enfrentamento ao crescente conflito de interesses que vem se estabelecendo entre trabalhadores e empregadores.

 

Rilke acredita que durante o processo de formação é que os futuros profissionais vão tendo a oportunidade de já conhecerem os meandros da profissão e do mercado. “Acreditamos no potencial dos alunos na busca por avanços e quanto mais conscientes ele estiverem sobre seus direitos mais conquistas irão alcançar e melhorar as perspectivas para o segmento”. 

 

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 16/10/17

 

 

A farmacêutica sindicalizada Tayane Oliveira dos Santos é a ganhadora da bolsa integral para o curso de atualização em Gestão Clínica em Terapia Antimicrobiana, que será realizado entre os dias 14 e 15/10 em Belo Horizonte. O sorteio foi feito agora a pouco, pelo Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig após parceria com a organizadora do evento, a Associação Mineira de Farmacêuticos – AMF.

O curso de 12h/a será ministrado pelo Doutor Henry Pablo Lopes Campos e Reis e é voltado para profissionais que atuam ou pretendem atuar junto a equipe multidisciplinar na otimização do processo de utilização dos antimicrobianos tendo como método o Antimicrobial Stewarship Program.

Além desta bolsa integral o Sinfarmig está com inscrições abertas para outras duas nos curso de Farmácia Oncológica da Faculdade São Camilo e de Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica pelo IPOG. Os farmacêuticos sindicalizados interessados em concorrer devem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. informando nome completo, telefone de contato e o nome do curso no Assunto.

 

 

Serviço:

Curso: Gestão Clínica em Terapia Antimicrobiana

Data: 14 e 15/10

Horário: Sábado - das 8 às 18h

     Domingo - das 8 às 12h

Investimento: R$ 240,00

Local: Hospital das Clínicas

Inscrições até dia 12/10/2017

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 11/10/17

 

 

 

A medicalização da vida vem se tornando cada vez mais comum na sociedade. Comportamentos angustiantes e desafiadores até então considerados naturais vem servindo de motivação para a criação de novas patologias e a produção de novos medicamentos. Estes e outros desdobramentos serão debatidos por farmacêuticos e psicólogos nesta quarta-feira, 18/10, às 18h, na sede do Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais – Sinfarmig. 

O tema vem sendo debatido há alguns anos pelos farmacêuticos a partir da observação de alguns profissionais de que qualquer atitude considerada fora do padrão, qualquer reação mais resistente, qualquer dificuldade de concentração ou de interação social no ambiente escolar ganhou mais facilidade para ser medicada. Mas o que está fora do estabelecido deve ser conduzido como diagnóstico patológico?  Por causa da intensificação desses processos no Brasil, especialistas iniciaram uma série de questionamentos que deverão servir como base para o diálogo nesta reunião. 

As reflexões serão conduzidas pelo diretor do Sinfarmig, Rilke Novato, que é mestre em Saúde Pública pela UFMG e por representantes das entidades da Psicologia em Minas. Para ele é necessário um movimento de união de forças e a ampliação do debate para que esse processo seja elaborado. “É importante que os profissionais que trabalham nos setores da saúde se juntem para fomentar suas percepções diferentes e criar estes espaços de discussões e de críticas em relação a este cenário global”, concluiu. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicado em 17/10/17

 

 

 

Por causa do feriado de 12 de outubro, o Sindicato dos Farmacêuticos de Minas Gerais - Sinfarmig mudará o horário de funcionamento. Não haverá expediente na próxima quinta-feira, 12/10, e nem na sexta-feira, 13/10. O atendimento voltará ao normalmente na próxima segunda-feira, dia 16/10. Acompanhe as informações do seu interesse pelo www.sinfarmig.org.br

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig

Publicada em 11/10/17

 

 

 

A Reforma Trabalhista, que entrará em vigor no próximo dia 11 de novembro, tornou imprescindível “pensar e agir de forma estratégica para saber qual é o papel dos sindicatos”. A análise é do advogado especialista em direito coletivo do trabalho, José Eymard Loguércio, que participou na semana passada em Curitiba do Encontro Jurídico da CUT Paraná com a temática “O Futuro do Direito Sindical Após a Reforma Trabalhista”.

José Eymard Loguércio, da CUT Brasil, apresentou uma pesquisa do IBGE 2015 que abordava entre outras questões o motivo da não sindicalização dos trabalhadores. “O Maior percentual é de quem não conhece o sindicato da categoria e a menor motivação – menos de 1% – é o medo de represália”, contou. O maior índice da motivação para sindicalização era a prestação de serviços e a proteção.

“É o que trabalhador reconhece no sindicato a possibilidade de proteção”, afirmou. De acordo com ele, esses números demonstram a necessidade das organizações pensarem e enfrentarem o momento. “Agora transformaram em lei o que antes era ilegal”.Para ele, o elemento sindical é chave para a democracia. Sem estas organizações sofreremos ainda mais prejuízos.

Para o advogado da CUT Paraná, Nasser Allan, a nova legislação ainda será interpretada pelo poder judiciário. Mas o que ela dirá depende da pressão das ruas. Na opinião dele, não são os advogados que resolverão o problema. A luta passa pelo judiciário, mas não é do judiciário. 

Ainda de acordo com ele, novas modalidades de trabalho além de prejudiciais ao trabalhador de forma individual, também dificultam a representação sindical. Ele citou como exemplo os casos do trabalho intermitente e o teletrabalho. O primeiro, na visão ele, é a “institucionalização do bico”. Um mesmo trabalhador poderá ter vários vínculos, com empresas de diferentes setores, sem nunca saber exatamente quando estará em seu local de trabalho. 

Ele questionou sobre a que sindicato ele pertencerá? O enquadramento é previsto em lei. O advogado também refletiu sobre como o sindicato chegará neste trabalhador? Terá de ter sorte de chegar ao local de trabalho no dia em que ele estiver lá? E qual seria o apelo que o sindicato terá para este que vai estar lá uma ou duas vezes ao ano naquele local?.

Situação semelhante acontecerá com o teletrabalho que ficará distante e, portanto, prejudicado na sua representação. “Este espaço não é apenas de trabalho, é onde dividimos impressões com as pessoas e onde exercemos nossa cidadania. Este trabalhador será alijado de sua cidadania, da construção de laços e da formação de consciência de classe”, argumentou.

Os problemas, porém, não estão restritos às categorias de setor privado. No serviço público as adversidades também estão se acumulando. O advogado Ludimar Rafanhim que assessora entidades de representação de servidores públicos alertou para um possível esvaziamento dos sindicatos. 

“A saúde pode fazer greve, mas 90% precisarão trabalhar. No caso da educação o direito da criança e do adolescente é mais importante”, exemplificou ao citar a dificuldade de greves no serviço público. “No caso da construção civil, por exemplo, a greve provoca prejuízo imediato. Na administração pública não. Ele só reflete alguns dias depois da greve iniciada”, comparou.

Segundo ele, a Reforma Trabalhista também dificultará a adesão de novos sindicalizados, pelo simples fato, de que cada vez menos servidores públicos serão contratados. A terceirização e a criação de organizações sociais, por exemplo, mudam o cenário. “Na iniciativa privada, com raras exceções, quando tem trabalhador terceirizado ele não sai da base. No serviço público sim”.

Rafanhim também falou sobre o novo modelo de estado, cada vez menor, que também dificultará a organização sindical. “O que não for possível privatizar, terceiriza. O que não for possível terceirizar existe organizações auxiliares do Estado. Aí surgem figuras jurídicas que retiram trabalhadores das bases dos sindicatos dos servidores públicos”, completou.

Esse cenário desenhado pelos especialistas, segundo Nasser Allan, é fruto de uma concepção de estado. “Há o entendimento de que direitos sociais são um custo e que eles oneram o crescimento econômico. Esse é o estado que nos impõe uma agenda de supressão de direitos sociais. Transformamos-nos de cidadão em consumidores. Vamos consumir saúde e educação. Esse é o modelo de sociedade que vem sendo implantado a toque de caixa há um ano”, analisou

Fonte: Vermelho

Publicado em 10/10/2017

 

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